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Arquiteturas na margem: O que te faz feliz? Espaços de fogo
| Resumo: | Enquanto espaço construído e habitado, a floresta suporta e simboliza a vida, enquanto a complementa e constrói. As florestas são paisagens consequentes de tempo e de vida, compostas por diversas camadas. Mas, ameaçadas pelo êxodo rural e pelo poder económico e político, apresentam-se cada vez mais industrializadas e sofredoras de monoculturas. Urge, por isso, a necessidade e vontade de perpetuar o direito às mesmas. O interior de Portugal e, concretamente, Pedrógão, conjuga episódios píricos com o efeito direto na destruição do território, sobrecarregando um clima já débil e frágil. Neste ensaio, reflete-se sobre as potencialidades da arquitetura do fogo no espaço rural - a capacidade de destruir e regenerar -, de modo a alcançar uma harmonização dos sistemas ecológicos e um maior controlo, dos tendenciais e cada vez mais frequentes, mega-fogos ou tempestades de fogo. Explora-se, ainda, a reflorestação, na tentativa de cuidar e proteger, afunilando a relação entre paisagem, infraestrutura, fogo e vida. Através de um elemento indispensável ao ser humano e à vida - o fogo -, pretende-se refletir sobre espaços que o acolham. |
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| Autores principais: | Kunster, Carolina de Noronha |
| Assunto: | Fogo Floresta -- Forest Comunidade -- Community Paisagem -- Landscape Arquitetura para o fogo Pedrógão Fire Architecture with fire |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | ISCTE |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório ISCTE |
| Resumo: | Enquanto espaço construído e habitado, a floresta suporta e simboliza a vida, enquanto a complementa e constrói. As florestas são paisagens consequentes de tempo e de vida, compostas por diversas camadas. Mas, ameaçadas pelo êxodo rural e pelo poder económico e político, apresentam-se cada vez mais industrializadas e sofredoras de monoculturas. Urge, por isso, a necessidade e vontade de perpetuar o direito às mesmas. O interior de Portugal e, concretamente, Pedrógão, conjuga episódios píricos com o efeito direto na destruição do território, sobrecarregando um clima já débil e frágil. Neste ensaio, reflete-se sobre as potencialidades da arquitetura do fogo no espaço rural - a capacidade de destruir e regenerar -, de modo a alcançar uma harmonização dos sistemas ecológicos e um maior controlo, dos tendenciais e cada vez mais frequentes, mega-fogos ou tempestades de fogo. Explora-se, ainda, a reflorestação, na tentativa de cuidar e proteger, afunilando a relação entre paisagem, infraestrutura, fogo e vida. Através de um elemento indispensável ao ser humano e à vida - o fogo -, pretende-se refletir sobre espaços que o acolham. |
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