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Parcerias para a Promoção Local do Emprego

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Resumo:Nesta investigação discutimos o conceito de parceria, ou seja, o processo através do qual dois ou mais actores se relacionam com predisposição para negociar e agir na base da mudança, e que tem tradução na dinâmica do projecto. Para este estudo temos como base teórica e conceptual os paradigmas funcionalista e territorialista, a abordagem do sistema de emprego e os trabalhos sobre a acção dos actores locais. A base empírica diz respeito ao estudo da estratégia das políticas de emprego, dos respectivos programas públicos e das experiências de promoção local do emprego em Portugal e na Europa. Uma das principais consequências da crise estrutural do modelo fordista é a tendência para o aumento do desemprego e do emprego precário, que constituem as principais fontes de exclusão social. Neste contexto, a União Europeia estabeleceu as bases da estratégia europeia para o emprego, com o reconhecimento e reforço da escala local com nível crucial de intervenção. Em face dos problemas sociais e de emprego, as respostas locais baseadas na parceria viabilizam a promoção do emprego numa perspectiva de integração social e desenvolvendo formas de trabalho conjunto com envolvimento de instituições «sociais» e agentes empresariais. No entanto, as limitações da parceria traduzem-se, designadamente, na falta de debate dos objectivos dos projectos e na dificuldade em conciliar diferentes culturas organizacionais.
Autores principais:Mendes, Tiago Carrilho Ribeiro
Assunto:Parceria Promoção local do emprego Políticas de emprego Partnership Local promotion of employment Employment policies
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:ISCTE
Idioma:português
Origem:Repositório ISCTE
Descrição
Resumo:Nesta investigação discutimos o conceito de parceria, ou seja, o processo através do qual dois ou mais actores se relacionam com predisposição para negociar e agir na base da mudança, e que tem tradução na dinâmica do projecto. Para este estudo temos como base teórica e conceptual os paradigmas funcionalista e territorialista, a abordagem do sistema de emprego e os trabalhos sobre a acção dos actores locais. A base empírica diz respeito ao estudo da estratégia das políticas de emprego, dos respectivos programas públicos e das experiências de promoção local do emprego em Portugal e na Europa. Uma das principais consequências da crise estrutural do modelo fordista é a tendência para o aumento do desemprego e do emprego precário, que constituem as principais fontes de exclusão social. Neste contexto, a União Europeia estabeleceu as bases da estratégia europeia para o emprego, com o reconhecimento e reforço da escala local com nível crucial de intervenção. Em face dos problemas sociais e de emprego, as respostas locais baseadas na parceria viabilizam a promoção do emprego numa perspectiva de integração social e desenvolvendo formas de trabalho conjunto com envolvimento de instituições «sociais» e agentes empresariais. No entanto, as limitações da parceria traduzem-se, designadamente, na falta de debate dos objectivos dos projectos e na dificuldade em conciliar diferentes culturas organizacionais.