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O diagnóstico da DMI precoce e intermédia: quais os achados no OCT e no OCTA

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A degenerescência macular da idade (DMI) é uma das principais causas de cegueira irreversível. Sendo a magnitude da DMI acentuada pelo envelhecimento da população mundial, o que a reveste de um particular interesse em saúde pública, é importante poder-se separar e compreender as alterações iniciais da doença, ao nível das camadas mais externas da neuroretina incluindo os fotorreceptores, o epitélio pigmentar retiniano (EPR), a membrana de Bruch (MB) e a coriocapilar, do próprio processo normal do envelhecimento humano. Apesar da retinografia policromática se manter como o gold standard na identificação e estadiamento da DMI, a tomografia de coerência ótica (OCT) tem sido um valioso instrumento para a caracterização e monitorização da DMI. Com o recurso à imagiologia ocular foram descritas as manifestações iniciais desta doença, ao nível das estruturas mais externas como o epitélio pigmentar da retina (EPR), a Membrana de Bruch (MB), os fotorreceptores e a coroide, surgindo determinadas localizações topográficas com particular relevo. É de primordial importância destrinçar os possíveis processos normais do envelhecimento humano, ao nível da retina, das formas iniciais e/ou intermédias da DMI, com risco acrescido de progressão para as formas tardias.
Autores principais:Barrão, Sandra
Outros Autores:Medeiros, Marco Dutra; Camacho, Pedro
Assunto:Ortóptica DMI Degenerescência macular da idade OCT OCTA Envelhecimento
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:A degenerescência macular da idade (DMI) é uma das principais causas de cegueira irreversível. Sendo a magnitude da DMI acentuada pelo envelhecimento da população mundial, o que a reveste de um particular interesse em saúde pública, é importante poder-se separar e compreender as alterações iniciais da doença, ao nível das camadas mais externas da neuroretina incluindo os fotorreceptores, o epitélio pigmentar retiniano (EPR), a membrana de Bruch (MB) e a coriocapilar, do próprio processo normal do envelhecimento humano. Apesar da retinografia policromática se manter como o gold standard na identificação e estadiamento da DMI, a tomografia de coerência ótica (OCT) tem sido um valioso instrumento para a caracterização e monitorização da DMI. Com o recurso à imagiologia ocular foram descritas as manifestações iniciais desta doença, ao nível das estruturas mais externas como o epitélio pigmentar da retina (EPR), a Membrana de Bruch (MB), os fotorreceptores e a coroide, surgindo determinadas localizações topográficas com particular relevo. É de primordial importância destrinçar os possíveis processos normais do envelhecimento humano, ao nível da retina, das formas iniciais e/ou intermédias da DMI, com risco acrescido de progressão para as formas tardias.