Publicação
Risco de crédito e perdas por imparidade: caso Novo Banco e Caixa Geral de Depósitos.
| Resumo: | A crise do subprime teve início em meados de 2007, tendo-se agravado em 2008, denominada pela crise da “bolha imobiliária, tendo levado ao risco de contágio em todo o sistema financeiro. Esta crise para muitos foi considerada a crise mais aguda e relevante, dado o seu impacto ao nível das dificuldades que se fizeram sentir nas famílias, assim como o número de desempregados. A crise financeira internacional pôs em causa princípios básicos do sistema de regulação e supervisão bancária e internacional. Nesta altura a expansão de crédito foi fortemente atingida, pelas falências de alguns bancos, como o caso da New Century Financial Corporation em abril de 2007, o segundo maior credor de hipotecas dos EUA, Lehman Brothers o quarto maior banco de investimento dos EUA e a falência do Bear Stearns o quinto maior banco de investimento. O risco de crédito assume-se como sendo o risco mais relevante na atividade bancária, uma vez que corresponde ao risco da contraparte não cumprir com as suas obrigações. Desta forma na análise ao risco de crédito, torna-se importante analisar a evolução dos créditos por regularizar e pelo volume de imparidades. Esta dissertação procura analisar a evolução do risco de crédito e imparidades num período de sete anos, através de dois bancos, o BES/Novo Banco e Caixa Geral de Depósitos comparando com dados do sector bancário em geral com base em rácios como o crédito vencido, crédito em incumprimento, transformação e solvabilidade. |
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| Autores principais: | Rico, Tânia Sofia Pires |
| Assunto: | Risco Crédito Atividade bancária Sistema financeiro Solvabilidade Rácio de transformação Imparidades Risk Credit Banking Financial system Solvency Transformation ratio Impairments |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | A crise do subprime teve início em meados de 2007, tendo-se agravado em 2008, denominada pela crise da “bolha imobiliária, tendo levado ao risco de contágio em todo o sistema financeiro. Esta crise para muitos foi considerada a crise mais aguda e relevante, dado o seu impacto ao nível das dificuldades que se fizeram sentir nas famílias, assim como o número de desempregados. A crise financeira internacional pôs em causa princípios básicos do sistema de regulação e supervisão bancária e internacional. Nesta altura a expansão de crédito foi fortemente atingida, pelas falências de alguns bancos, como o caso da New Century Financial Corporation em abril de 2007, o segundo maior credor de hipotecas dos EUA, Lehman Brothers o quarto maior banco de investimento dos EUA e a falência do Bear Stearns o quinto maior banco de investimento. O risco de crédito assume-se como sendo o risco mais relevante na atividade bancária, uma vez que corresponde ao risco da contraparte não cumprir com as suas obrigações. Desta forma na análise ao risco de crédito, torna-se importante analisar a evolução dos créditos por regularizar e pelo volume de imparidades. Esta dissertação procura analisar a evolução do risco de crédito e imparidades num período de sete anos, através de dois bancos, o BES/Novo Banco e Caixa Geral de Depósitos comparando com dados do sector bancário em geral com base em rácios como o crédito vencido, crédito em incumprimento, transformação e solvabilidade. |
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