Publicação
Processos identitários e fantasmagoria em Riscado
| Resumo: | Intenciono, a partir da experiência do filme Riscado (2010), refletir sobre processos de construção identitária e produção de imagens, à luz de Marie-José Mondzain, no que tange a condição inerente e dual do sujeito como produtor e espectador de imagens, um espectador constantemente sob ameaça de anulação; Walter Benjamin e o seu conceito de fantasmagoria, no que tange o território sociocultural; e flertando com Gaston Bachelard e o seu conceito de concha, no que tange o íntimo. O recorte dá-se ao redor de uma personagem que é atriz, e está em constante oscilação entre desejo de ação e condição de trabalho, onde os atos artísticos estão submissos à poréns do meio. Observamos como formas de legitimação da imagem do indivíduo na contemporaneidade ditam o vir-a-ser possível de sua experiência; e como a funcionalização do corpo molda o universo íntimo, pontualmente neste panorama traçado pelas vivências performáticas da personagem em questão. |
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| Autores principais: | Ciochetti, Gabriel Paixão |
| Assunto: | Fantasmagoria Espectador Imagem Identidade Concha Phantasmagoria Spectator Image Identity Shell |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Intenciono, a partir da experiência do filme Riscado (2010), refletir sobre processos de construção identitária e produção de imagens, à luz de Marie-José Mondzain, no que tange a condição inerente e dual do sujeito como produtor e espectador de imagens, um espectador constantemente sob ameaça de anulação; Walter Benjamin e o seu conceito de fantasmagoria, no que tange o território sociocultural; e flertando com Gaston Bachelard e o seu conceito de concha, no que tange o íntimo. O recorte dá-se ao redor de uma personagem que é atriz, e está em constante oscilação entre desejo de ação e condição de trabalho, onde os atos artísticos estão submissos à poréns do meio. Observamos como formas de legitimação da imagem do indivíduo na contemporaneidade ditam o vir-a-ser possível de sua experiência; e como a funcionalização do corpo molda o universo íntimo, pontualmente neste panorama traçado pelas vivências performáticas da personagem em questão. |
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