Publicação
A expectativa e tomada de decisão dos investidores
| Resumo: | A tomada de decisão dos investidores tem sido analisada ao longo dos anos, por filósofos e matemáticos fascinados pelas Finanças Comportamentais. O perfil do investidor a sua tolerância ao risco e a homogeneização das suas expectativas tem vindo a ser o objetivo de explicação dos estudos recentes relacionados com este tema. Assim nasceram as Finanças Comportamentais, contrastando-se à pura racionalidade dos modelos tradicionais, e pelo envolvimento de áreas não tão objetivas como a Psicologia. O objetivo do presente estudo é o de concluir se a teoria clássica da economia, que defende que os intervenientes nos mercados financeiros agem sempre de forma racional e tomam as suas decisões numa base calculada e ponderada, pode ser refutada pela ideia de que os agentes económicos são seres humanos, como tal, propensos a erros, por se deixarem levar por sentimentos e pelo que os faz mais felizes, implicando, por vezes, à tomada de decisões irracionais. Nesta linha de pensamento, os modelos económicos não consideram todas as variáveis relevantes. Tem-se como intuito principal com o presente estudo a obtenção de conhecimento sobre os fatores que têm maior influência na tomada de decisão dos investidores. Os fatores referidos, têm como base as heurísticas do estudo feito em 1979 por Amos Tversky e Daniel Kahneman. Para tal, procedeu-se com a realização de um inquérito por questionário através da plataforma Google Forms, partilhado no linkedin e enviado por email a instituições financeiras. |
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| Autores principais: | Marques, Ana Filipa Botelho |
| Assunto: | Teoria clássica Tomada de decisão Mercados financeiros Finanças comportamentais Classical theory Decision maker Financial markets Behavioral finances |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | A tomada de decisão dos investidores tem sido analisada ao longo dos anos, por filósofos e matemáticos fascinados pelas Finanças Comportamentais. O perfil do investidor a sua tolerância ao risco e a homogeneização das suas expectativas tem vindo a ser o objetivo de explicação dos estudos recentes relacionados com este tema. Assim nasceram as Finanças Comportamentais, contrastando-se à pura racionalidade dos modelos tradicionais, e pelo envolvimento de áreas não tão objetivas como a Psicologia. O objetivo do presente estudo é o de concluir se a teoria clássica da economia, que defende que os intervenientes nos mercados financeiros agem sempre de forma racional e tomam as suas decisões numa base calculada e ponderada, pode ser refutada pela ideia de que os agentes económicos são seres humanos, como tal, propensos a erros, por se deixarem levar por sentimentos e pelo que os faz mais felizes, implicando, por vezes, à tomada de decisões irracionais. Nesta linha de pensamento, os modelos económicos não consideram todas as variáveis relevantes. Tem-se como intuito principal com o presente estudo a obtenção de conhecimento sobre os fatores que têm maior influência na tomada de decisão dos investidores. Os fatores referidos, têm como base as heurísticas do estudo feito em 1979 por Amos Tversky e Daniel Kahneman. Para tal, procedeu-se com a realização de um inquérito por questionário através da plataforma Google Forms, partilhado no linkedin e enviado por email a instituições financeiras. |
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