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Contributos para o estudo da relação entre a cultura de segurança e a prevalência de quedas dos doentes internados na ULSAC
| Summary: | Introdução: A segurança do doente continua a ser um dos principais desafios das organizações de saúde, apesar dos avanços já alcançados. Os eventos adversos, como as quedas, continuam a ser frequentes e preocupantes, destacando-se a urgência de reforçar a cultura de segurança nos hospitais de forma eficaz e sustentável. O objetivo do presente trabalho é estudar a relação entre a cultura de segurança e a prevalência de quedas dos doentes internados na ULSAC com vista à melhoria contínua. Metodologia: Este é um estudo descritivo transversal, tem como base a análise de dados resultantes da aplicação do questionário HSOPS 1.0, no ano de 2016, pela DGS ao universo de 1458 colaboradores da ULSAC, bem como a recolha, tratamento e análise de dados das quedas hospitalares, em contexto de internamento no biénio 2023/2024. Resultados: A taxa de adesão ao estudo foi de 23,9%. A maioria dos profissionais classificou a segurança do doente como “muito boa” ou “aceitável”. As dimensões mais valorizadas foram “Trabalho em equipa” (71%), “Aprendizagem organizacional” (67%) e “Abertura na comunicação” (60%). Como oportunidades de melhoria destacaram-se o “Apoio da gestão”, “Notificação de eventos” e “Resposta não punitiva ao erro”. A maioria das quedas ocorreu no quarto (78,5%) e em doentes com alto risco (59,7%), sendo a confusão o principal fator intrínseco e a falta de iluminação o extrínseco. As quedas aconteceram predominantemente no turno da manhã (38,7%) e 95% das medidas preventivas foram registadas como implementadas. Conclusão: Uma cultura de segurança robusta reduz as quedas hospitalares e melhora a qualidade dos cuidados prestados. |
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| Main Authors: | Quaresma, Catarina Isabel Esteves |
| Subject: | Segurança do doente Cultura de segurança Queda HSOPS 1.0 Patient safety Safety culture Fall Portugal ULSAC MGATS |
| Year: | 2025 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Summary: | Introdução: A segurança do doente continua a ser um dos principais desafios das organizações de saúde, apesar dos avanços já alcançados. Os eventos adversos, como as quedas, continuam a ser frequentes e preocupantes, destacando-se a urgência de reforçar a cultura de segurança nos hospitais de forma eficaz e sustentável. O objetivo do presente trabalho é estudar a relação entre a cultura de segurança e a prevalência de quedas dos doentes internados na ULSAC com vista à melhoria contínua. Metodologia: Este é um estudo descritivo transversal, tem como base a análise de dados resultantes da aplicação do questionário HSOPS 1.0, no ano de 2016, pela DGS ao universo de 1458 colaboradores da ULSAC, bem como a recolha, tratamento e análise de dados das quedas hospitalares, em contexto de internamento no biénio 2023/2024. Resultados: A taxa de adesão ao estudo foi de 23,9%. A maioria dos profissionais classificou a segurança do doente como “muito boa” ou “aceitável”. As dimensões mais valorizadas foram “Trabalho em equipa” (71%), “Aprendizagem organizacional” (67%) e “Abertura na comunicação” (60%). Como oportunidades de melhoria destacaram-se o “Apoio da gestão”, “Notificação de eventos” e “Resposta não punitiva ao erro”. A maioria das quedas ocorreu no quarto (78,5%) e em doentes com alto risco (59,7%), sendo a confusão o principal fator intrínseco e a falta de iluminação o extrínseco. As quedas aconteceram predominantemente no turno da manhã (38,7%) e 95% das medidas preventivas foram registadas como implementadas. Conclusão: Uma cultura de segurança robusta reduz as quedas hospitalares e melhora a qualidade dos cuidados prestados. |
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