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A amostragem no contexto da avaliação da suficiência da prova em auditoria

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos dias de hoje, a auditoria é vista como uma atividade de interesse público devido à confiança e à segurança que transmite aos utilizadores da informação financeira. O auditor tem cada vez mais ferramentas de trabalho à sua disposição, desde softwares informáticos a métodos de trabalho e aparelhos tecnológicos. As empresas estão cada vez maiores e mais complexas. Dessa forma, o auditor tem de recorrer, na maior parte casos, à amostragem, de forma a obter resultados face às exigências existentes. O objetivo desta dissertação consiste em verificar qual o tipo de amostragem mais utilizado em Portugal. Sendo que para responder À questão anterior, recorreu-se ao inquérito por questionário. Esta dissertação começa por indicar o que é a informação financeira, quem a utiliza e qual o interesse público da auditoria. Em segundo lugar, é feita uma descrição de quais as fontes e procedimentos à disposição do auditor e o que são a apropriação e suficiência de prova em auditoria. Em terceiro, desenvolve o que é a amostragem em auditoria, quais os riscos que lhe estão associados e como e quando aplicar algumas das diversas técnicas de amostragem existentes. Finaliza com um estudo empírico cujo objetivo é verificar qual o tipo de amostragem mais utilizado. Apesar de não representativo, conclui-se que a amostragem não estatística é a mais usada.
Autores principais:Heitor, João
Assunto:Auditoria externa Prova de auditoria Suficiência Amostragem External Auditing Audit Evidence Sufficiency Sampling
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Nos dias de hoje, a auditoria é vista como uma atividade de interesse público devido à confiança e à segurança que transmite aos utilizadores da informação financeira. O auditor tem cada vez mais ferramentas de trabalho à sua disposição, desde softwares informáticos a métodos de trabalho e aparelhos tecnológicos. As empresas estão cada vez maiores e mais complexas. Dessa forma, o auditor tem de recorrer, na maior parte casos, à amostragem, de forma a obter resultados face às exigências existentes. O objetivo desta dissertação consiste em verificar qual o tipo de amostragem mais utilizado em Portugal. Sendo que para responder À questão anterior, recorreu-se ao inquérito por questionário. Esta dissertação começa por indicar o que é a informação financeira, quem a utiliza e qual o interesse público da auditoria. Em segundo lugar, é feita uma descrição de quais as fontes e procedimentos à disposição do auditor e o que são a apropriação e suficiência de prova em auditoria. Em terceiro, desenvolve o que é a amostragem em auditoria, quais os riscos que lhe estão associados e como e quando aplicar algumas das diversas técnicas de amostragem existentes. Finaliza com um estudo empírico cujo objetivo é verificar qual o tipo de amostragem mais utilizado. Apesar de não representativo, conclui-se que a amostragem não estatística é a mais usada.