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Plano de revitalização do centro histórico de Braga

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Resumo:O presente Plano de Revitalização do Centro Histórico, enquanto estratégia e processo com caráter inclusivo e integrador (Moura, Guerra, Seixas e Freitas, 2006), vem definir prioridades estratégicas para o Centro Histórico de Braga, não só ao nível comercial mas nas mais diversas vertentes com que este se correlaciona, nomeadamente, cultura, turismo, lazer, na procura do bem-estar e da qualidade de vida e da oferta comercial e turística que corresponda às expetativas de residentes, trabalhadores e visitantes e que se revele um polo atrativo ao turismo. Há lacunas a colmatar, nomeadamente, no que diz respeito à acessibilidade, ao marketing promocional, ao turismo ou à cultura e recreação da um núcleo urbano e são inúmeros os exemplos de cidades que se vão afirmando como cidades comerciais, girando toda a dinâmica local em torno do seu comércio. As empresas possuem a autonomia e iniciativa e criam animações e planos de atratividade que começam por simples coisas como a decoração e disposição das próprias ruas. (Peters, 2007). Torna-se fundamental fazer uma análise e diagnóstico da realidade atual, traçando linhas orientadoras que, imprescindivelmente, devem partir da Administração Central e Local, “quanto mais não seja pelo efeito catalisador de exemplo e mobilização de recursos.” (UACS, 2014, p.5) E é exatamente o que se pretende com este projeto, sensibilizar e mobilizar os principais agentes económicos e sociais, ao traçar o cenário atual, e propor, de forma sustentada, ações a implementar. Esta investigação permitiu constatar que a revitalização do Centro Histórico de Braga tem de ser encarada como uma prioridade enquanto meio de transformação e progresso deste núcleo urbano identitário da cidade. Para tal, deve existir um planeamento estratégico concertado e uma gestão integrada e coesa, assente em princípios de cooperação, compromisso, transparência, inovação e participação ativa, que permitam criar um Centro Histórico vivo, sustentável, inovador e inclusivo.
Autores principais:Silva, Ana Maria Araújo da
Assunto:Regeneração urbana Revitalização Centros históricos Comércio Desenvolvimento sustentável Dinamização local Urban regeneration Revitalization Historical centers Commerce Sustainable development Local boosting Ciências Sociais::Economia e Gestão
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O presente Plano de Revitalização do Centro Histórico, enquanto estratégia e processo com caráter inclusivo e integrador (Moura, Guerra, Seixas e Freitas, 2006), vem definir prioridades estratégicas para o Centro Histórico de Braga, não só ao nível comercial mas nas mais diversas vertentes com que este se correlaciona, nomeadamente, cultura, turismo, lazer, na procura do bem-estar e da qualidade de vida e da oferta comercial e turística que corresponda às expetativas de residentes, trabalhadores e visitantes e que se revele um polo atrativo ao turismo. Há lacunas a colmatar, nomeadamente, no que diz respeito à acessibilidade, ao marketing promocional, ao turismo ou à cultura e recreação da um núcleo urbano e são inúmeros os exemplos de cidades que se vão afirmando como cidades comerciais, girando toda a dinâmica local em torno do seu comércio. As empresas possuem a autonomia e iniciativa e criam animações e planos de atratividade que começam por simples coisas como a decoração e disposição das próprias ruas. (Peters, 2007). Torna-se fundamental fazer uma análise e diagnóstico da realidade atual, traçando linhas orientadoras que, imprescindivelmente, devem partir da Administração Central e Local, “quanto mais não seja pelo efeito catalisador de exemplo e mobilização de recursos.” (UACS, 2014, p.5) E é exatamente o que se pretende com este projeto, sensibilizar e mobilizar os principais agentes económicos e sociais, ao traçar o cenário atual, e propor, de forma sustentada, ações a implementar. Esta investigação permitiu constatar que a revitalização do Centro Histórico de Braga tem de ser encarada como uma prioridade enquanto meio de transformação e progresso deste núcleo urbano identitário da cidade. Para tal, deve existir um planeamento estratégico concertado e uma gestão integrada e coesa, assente em princípios de cooperação, compromisso, transparência, inovação e participação ativa, que permitam criar um Centro Histórico vivo, sustentável, inovador e inclusivo.