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“Betão” de ultraelevado desempenho reforçado com fibras metálicas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No âmbito da investigação de Doutoramento da primeira autora, foi desenvolvido um UHPFRC mais eco-eficiente para aplicações de reabilitação/ reforço, utilizando materiais disponíveis no mercado Português. O novo UHPFRC, além de incorporar menores quantidades de cimento e sílica de fumo, contou ainda com a incorporação de um subproduto nacional, proveniente da indústria petrolífera. Além disso não foram aplicados tratamentos de cura. Foram avaliadas várias propriedades, nomeadamente, evolução da retração autogénea, resistência à compressão, tração uniaxial, bem como indicadores de durabilidade. O novo UHPFRC alcançou uma resistência à compressão de 147 e 156 MPa após 28 e 90 dias de cura em água, respetivamente; e resistências a tração e extensão de pico entre 11 a 15 MPa e 0,27-0,47%, respetivamente. O estudo da durabilidade do novo UHPC (sem fibras) demonstrou excelentes propriedades face a vários agentes agressivos e uma porosidade reduzida, praticamente sem poros capilares. Estes resultados combinados com a sua capacidade de auto-compactabilidade e baixa retração autógena confirmam a importância desta nova geração de “betões” tecnologicamente mais avançados para alcançar estruturas mais duráveis.
Autores principais:Matos, Ana Mafalda
Outros Autores:Nunes, Sandra; Costa, Carla; Aguiar, J. L. Barroso de
Assunto:Betão de ultraelevado desempenho reforçado com fibras metálicas (UHPFRC) Comportamento mecânico Idades jovens Durabilidade Reabilitação Ultra-high performance fibre reinforced cementitious composites (UHPFRC) Mechanical behaviour Early ages Durability Rehabilitation
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:No âmbito da investigação de Doutoramento da primeira autora, foi desenvolvido um UHPFRC mais eco-eficiente para aplicações de reabilitação/ reforço, utilizando materiais disponíveis no mercado Português. O novo UHPFRC, além de incorporar menores quantidades de cimento e sílica de fumo, contou ainda com a incorporação de um subproduto nacional, proveniente da indústria petrolífera. Além disso não foram aplicados tratamentos de cura. Foram avaliadas várias propriedades, nomeadamente, evolução da retração autogénea, resistência à compressão, tração uniaxial, bem como indicadores de durabilidade. O novo UHPFRC alcançou uma resistência à compressão de 147 e 156 MPa após 28 e 90 dias de cura em água, respetivamente; e resistências a tração e extensão de pico entre 11 a 15 MPa e 0,27-0,47%, respetivamente. O estudo da durabilidade do novo UHPC (sem fibras) demonstrou excelentes propriedades face a vários agentes agressivos e uma porosidade reduzida, praticamente sem poros capilares. Estes resultados combinados com a sua capacidade de auto-compactabilidade e baixa retração autógena confirmam a importância desta nova geração de “betões” tecnologicamente mais avançados para alcançar estruturas mais duráveis.