Publicação
O apoio institucional à migração massiva do ensino para o espaço digital em resposta à COVID-19
| Resumo: | [Excerto] Ensinar e aprender, até bem recentemente, pressupunham interações face a face entre dois ou mais indivíduos num espaço físico partilhado. Independentemente do papel de cada indivíduo no processo, o de professor/a ou o de estudante, a imprescindibilidade do espaço físico era inquestionável. O espaço digital funcionava como um complemento do que acontecia presencialmente. Esta visão predominava na comunidade académica da Universidade do Minho nas vésperas da chegada da pandemia COVID-19. Subitamente, a 10 de março de 2020, os espaços físicos de ensino e aprendizagem da Universidade do Minho foram interditados e vários locais de aprendizagem em contexto profissional - empresas, instituições de ensino ou saúde, ou outras - foram encerrados. Imperava a necessidade de proteger a saúde na academia e de suster a propagação da pandemia COVID-19. Professores e estudantes não se poderiam encontrar no mesmo espaço físico de ensino, sendo inesperadamente forçados a migrar para o espaço digital. O desafio repentino lançado à Universidade de reaprender a ensinar sem os seus espaços físicos foi sentido por toda a academia. É agora consensual que a Universidade do Minho lidou adequadamente com as circunstâncias e foi bem-sucedida na forma como deu continuidade à sua missão formativa. Superando dificuldades sem precedentes, todos contribuíram para a agilidade com que a Universidade implementou mudanças profundas no seu ensino. Surgiram iniciativas para dotar os estudantes de dispositivos tecnológicos e para apoiar a migração digital das atividades dos estudantes e dos professores. Ensinar e aprender passaram a realizar-se com mediação tecnológica, com cada professor e cada estudante em espaços físicos distintos. Em duas semanas, foi migrada para o espaço digital a generalidade das atividades letivas que as circunstâncias permitiam manter em funcionamento. [...] |
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| Autores principais: | Costa, Manuel João |
| Assunto: | COVID-19 Pandemia Universidade do Minho Ciências Médicas::Outras Ciências Médicas Saúde de qualidade |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] Ensinar e aprender, até bem recentemente, pressupunham interações face a face entre dois ou mais indivíduos num espaço físico partilhado. Independentemente do papel de cada indivíduo no processo, o de professor/a ou o de estudante, a imprescindibilidade do espaço físico era inquestionável. O espaço digital funcionava como um complemento do que acontecia presencialmente. Esta visão predominava na comunidade académica da Universidade do Minho nas vésperas da chegada da pandemia COVID-19. Subitamente, a 10 de março de 2020, os espaços físicos de ensino e aprendizagem da Universidade do Minho foram interditados e vários locais de aprendizagem em contexto profissional - empresas, instituições de ensino ou saúde, ou outras - foram encerrados. Imperava a necessidade de proteger a saúde na academia e de suster a propagação da pandemia COVID-19. Professores e estudantes não se poderiam encontrar no mesmo espaço físico de ensino, sendo inesperadamente forçados a migrar para o espaço digital. O desafio repentino lançado à Universidade de reaprender a ensinar sem os seus espaços físicos foi sentido por toda a academia. É agora consensual que a Universidade do Minho lidou adequadamente com as circunstâncias e foi bem-sucedida na forma como deu continuidade à sua missão formativa. Superando dificuldades sem precedentes, todos contribuíram para a agilidade com que a Universidade implementou mudanças profundas no seu ensino. Surgiram iniciativas para dotar os estudantes de dispositivos tecnológicos e para apoiar a migração digital das atividades dos estudantes e dos professores. Ensinar e aprender passaram a realizar-se com mediação tecnológica, com cada professor e cada estudante em espaços físicos distintos. Em duas semanas, foi migrada para o espaço digital a generalidade das atividades letivas que as circunstâncias permitiam manter em funcionamento. [...] |
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