Publicação
Estudo macro-económico e ordenamentos espaciais sub-regional, regional e supranacional: economias portuguesa e europeia e descentralização administrativa
| Resumo: | Este livro constitui um complemento natural do livro Portugal: Que Regiões (1988). O texto apresenta quatro partes substantivas e uma quinta acomodando oito anexos. Na primeira parte, a partir de dados portugueses, faz-se um estudo da evolução, atualidade e prognósticos da economia portuguesa. Depois, fixam-se as estruturas de relacionamentos associativos e causais, com estimativas de projeção a três horizontes temporais. Na segunda parte, com base em dados europeus, procede-se a uma abordagem da Europa ou da União Europeia, formulando a hipótese de constituírem baluartes de coesão ou espaços de clivagem. Aqui estudam-se os países, e depois os indicadores económicos. Na terceira parte (com dados portugueses), procede-se a uma sinopse telegráfica do ordenamento regional do espaço continental, visando a coesão social e a descentralização administrativa. A quarta e última parte constitui uma abordagem original, no sentido em que chega a resultados de ordenamento que apenas eram propalados e suspeitados no passado. Os ensaios analíticos foram replicados em cada uma das seis regiões estruturantes do território continental. |
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| Autores principais: | Figueiredo, Ernesto Valério Soares |
| Assunto: | Ciências Sociais::Sociologia Reduzir as desigualdades |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Este livro constitui um complemento natural do livro Portugal: Que Regiões (1988). O texto apresenta quatro partes substantivas e uma quinta acomodando oito anexos. Na primeira parte, a partir de dados portugueses, faz-se um estudo da evolução, atualidade e prognósticos da economia portuguesa. Depois, fixam-se as estruturas de relacionamentos associativos e causais, com estimativas de projeção a três horizontes temporais. Na segunda parte, com base em dados europeus, procede-se a uma abordagem da Europa ou da União Europeia, formulando a hipótese de constituírem baluartes de coesão ou espaços de clivagem. Aqui estudam-se os países, e depois os indicadores económicos. Na terceira parte (com dados portugueses), procede-se a uma sinopse telegráfica do ordenamento regional do espaço continental, visando a coesão social e a descentralização administrativa. A quarta e última parte constitui uma abordagem original, no sentido em que chega a resultados de ordenamento que apenas eram propalados e suspeitados no passado. Os ensaios analíticos foram replicados em cada uma das seis regiões estruturantes do território continental. |
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