Publicação
Furtos e roubos como ação coletiva: olhares e práticas de reclusos, vítimas e tribunal
| Resumo: | Em Portugal, o crime contra o património tem um peso relativo de 55.1% na criminalidade participada. Especificamente, os tipos de crimes mais participados são os furtos e roubos. Este estudo tem como objetivo principal perspetivar este tipo de criminalidade a partir das representações sociais e das práticas de vários atores sociais: tribunais, reclusos e vítimas. Adota-se uma abordagem teórica interacionista, que visa compreender as diferentes dinâmicas que compõem a construção social do desvio como uma ação coletiva, na qual intervêm a ação do controlo social, dos desviantes e da reação social. A metodologia adotada combina diversas técnicas de pesquisa, desde análise documental de processos judiciais, à realização de entrevistas semiestruturadas a reclusos e a vítimas. Pretende-se assim, atingir um duplo objetivo, não só contribuir para que os resultados alcançados permitam aprofundar o conhecimento científico sobre esta temática a partir de uma abordagem multifacetada apoiada nas perspetivas de atores sociais diferentemente posicionados, como também desenvolver um programa de prevenção deste tipo de criminalidade com base em tecnologias de informação e comunicação. |
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| Autores principais: | Jota, Laura Lamosa Gomes |
| Assunto: | Furtos Roubos Tribunal Vítimas Reclusos Prevenção Theft Robbery Court Victims Offenders Prevention Ciências Sociais |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Em Portugal, o crime contra o património tem um peso relativo de 55.1% na criminalidade participada. Especificamente, os tipos de crimes mais participados são os furtos e roubos. Este estudo tem como objetivo principal perspetivar este tipo de criminalidade a partir das representações sociais e das práticas de vários atores sociais: tribunais, reclusos e vítimas. Adota-se uma abordagem teórica interacionista, que visa compreender as diferentes dinâmicas que compõem a construção social do desvio como uma ação coletiva, na qual intervêm a ação do controlo social, dos desviantes e da reação social. A metodologia adotada combina diversas técnicas de pesquisa, desde análise documental de processos judiciais, à realização de entrevistas semiestruturadas a reclusos e a vítimas. Pretende-se assim, atingir um duplo objetivo, não só contribuir para que os resultados alcançados permitam aprofundar o conhecimento científico sobre esta temática a partir de uma abordagem multifacetada apoiada nas perspetivas de atores sociais diferentemente posicionados, como também desenvolver um programa de prevenção deste tipo de criminalidade com base em tecnologias de informação e comunicação. |
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