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Sinalização das altas habilidades cognitivas pelos professores: validade estrutural da Escala de Habilidade Cognitiva e de Aprendizagem (EHAC)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As nomeações pelos professores são muitas vezes utilizadas na sinalização das crianças sobredotadas complementando as avaliações realizadas através dos testes psicológicos de inteligência. Contudo nem sempre essa identificação é isenta de viés, melhorando a qualidade quando os instrumentos de identificação usados pelos professores apresentam boas características métricas de validade e fiabilidade. O objetivo deste estudo foi testar a estrutura empírica da Escala de Habilidades Cognitivas e de Aprendizagem (EHC/A) pertencente à BISAS-T (Bateria de Instrumentos para a Sinalização de Alunos Sobredotados e Talentosos; Almeida, Oliveira, & Melo, 2000), ou seja, procurou-se avaliar a qualidade do ajustamento da sua estrutura fatorial numa amostra de alunos do 6º ano de escolaridade. Esta escala foi construída com base no modelo teórico de Renzulli (1976) sendo formada por 16 itens respondidos numa escala de tipo likert de 6 pontos. A amostra contou com 132 alunos do 6º ano de escolaridade, com idade em torno de 11 anos. Os resultados das qualidades psicométricas da EHC/A são considerados satisfatórios para a amostra em estudo sugerindo a sua utilização em futuras pesquisas com amostras mais alargadas e com o objetivo de sinalização de alunos mais capazes.
Autores principais:Miranda, Lúcia C.
Outros Autores:Almeida, Leandro S.
Assunto:Sobredotação Educação inclusiva Alunos sobredotados e talentosos Sinalização pelos professores Giftedness Inclusive education Gifted and talented students Teachers’ identification
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:As nomeações pelos professores são muitas vezes utilizadas na sinalização das crianças sobredotadas complementando as avaliações realizadas através dos testes psicológicos de inteligência. Contudo nem sempre essa identificação é isenta de viés, melhorando a qualidade quando os instrumentos de identificação usados pelos professores apresentam boas características métricas de validade e fiabilidade. O objetivo deste estudo foi testar a estrutura empírica da Escala de Habilidades Cognitivas e de Aprendizagem (EHC/A) pertencente à BISAS-T (Bateria de Instrumentos para a Sinalização de Alunos Sobredotados e Talentosos; Almeida, Oliveira, & Melo, 2000), ou seja, procurou-se avaliar a qualidade do ajustamento da sua estrutura fatorial numa amostra de alunos do 6º ano de escolaridade. Esta escala foi construída com base no modelo teórico de Renzulli (1976) sendo formada por 16 itens respondidos numa escala de tipo likert de 6 pontos. A amostra contou com 132 alunos do 6º ano de escolaridade, com idade em torno de 11 anos. Os resultados das qualidades psicométricas da EHC/A são considerados satisfatórios para a amostra em estudo sugerindo a sua utilização em futuras pesquisas com amostras mais alargadas e com o objetivo de sinalização de alunos mais capazes.