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Vitimização secundária nos filhos adultos de veteranos da Guerra Colonial Portuguesa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo avaliou a vitimização secundária em filhos adultos de veteranos da Guerra Colonial Portuguesa e sua relação com outras variáveis psicológicas. A amostra incluiu 80 filhos. Os instrumentos utilizados foram: Questionário de Vivências Familiares na Infância; Escala de Avaliação Resposta ao Acontecimento Traumático; Questionário de Estilo de Vida e as versões portuguesas do Brief Symptoms Checklist e Health Symptoms Checklist. Os resultados revelaram que 27.5% dos filhos possuíam diagnóstico de Vitimização Secundária (VS) e 66% apresentavam Sintomatologia de Vitimização Secundária (SVS). Esta última encontrava-se positivamente associada à psicopatologia e às vivências familiares negativas na infância. Além disso, os filhos com SVS apresentavam mais sintomas físicos e adotavam menos comportamentos de saúde. Os resultados enfatizam a necessidade de intervenção nesta população
Autores principais:Pereira, M. Graça
Outros Autores:Pedras, Susana
Assunto:Vitimização secundária Filhos Veteranos Guerra Secondary victimization Children Veterans War
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este estudo avaliou a vitimização secundária em filhos adultos de veteranos da Guerra Colonial Portuguesa e sua relação com outras variáveis psicológicas. A amostra incluiu 80 filhos. Os instrumentos utilizados foram: Questionário de Vivências Familiares na Infância; Escala de Avaliação Resposta ao Acontecimento Traumático; Questionário de Estilo de Vida e as versões portuguesas do Brief Symptoms Checklist e Health Symptoms Checklist. Os resultados revelaram que 27.5% dos filhos possuíam diagnóstico de Vitimização Secundária (VS) e 66% apresentavam Sintomatologia de Vitimização Secundária (SVS). Esta última encontrava-se positivamente associada à psicopatologia e às vivências familiares negativas na infância. Além disso, os filhos com SVS apresentavam mais sintomas físicos e adotavam menos comportamentos de saúde. Os resultados enfatizam a necessidade de intervenção nesta população