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Atitudes de futuros e atuais educadores de infância e professores acerca da inclusão de crianças com necessidades educativas especiais em salas regulares

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta investigação teve como finalidade conhecer as atitudes de futuros e atuais educadores de infância e de professores acerca da inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em contexto escolar regular. Para a sua concretização, seguimos uma metodologia quantitativa e recolhemos os dados a partir de uma amostra de 103 participantes, através de um questionário desenvolvido para o efeito. Para a análise dos dados recorremos à estatística descritiva e inferencial, que permitiu concluir que: a) a maioria dos participantes não considera ter conhecimentos científicos necessários para educar crianças com necessidades educativas especiais; b) a maioria dos participantes selecionou a definição que considera a inclusão como relativa a todos e cada criança, e não aquelas definições que consideravam apenas as crianças com NEE; c) metade dos participantes consideram que são os membros da sociedade quem tem uma atitude menos positiva perante a inclusão; d) a variável género não teve um impacto nas atitudes perante a inclusão. Estas conclusões aprovisionam uma reflexão para os investigadores, educadores de infância, professores, pais e a comunidade em geral.
Autores principais:Lomba, Rita Chavarria da
Assunto:Atitudes Educadores de Infância Inclusão Necessidades Educativas Especiais Professores Attitudes Early Childhood Educators Inclusion Special Education Needs Teachers Ciências Sociais::Ciências da Educação
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta investigação teve como finalidade conhecer as atitudes de futuros e atuais educadores de infância e de professores acerca da inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em contexto escolar regular. Para a sua concretização, seguimos uma metodologia quantitativa e recolhemos os dados a partir de uma amostra de 103 participantes, através de um questionário desenvolvido para o efeito. Para a análise dos dados recorremos à estatística descritiva e inferencial, que permitiu concluir que: a) a maioria dos participantes não considera ter conhecimentos científicos necessários para educar crianças com necessidades educativas especiais; b) a maioria dos participantes selecionou a definição que considera a inclusão como relativa a todos e cada criança, e não aquelas definições que consideravam apenas as crianças com NEE; c) metade dos participantes consideram que são os membros da sociedade quem tem uma atitude menos positiva perante a inclusão; d) a variável género não teve um impacto nas atitudes perante a inclusão. Estas conclusões aprovisionam uma reflexão para os investigadores, educadores de infância, professores, pais e a comunidade em geral.