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A importância dos planos de emergência setoriais. Caso de estudo: Hospital de Braga, E.P.E.

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Resumo:A segurança em ambientes hospitalares, deve ser uma preocupação constante, tornando-se imperativo, que os profissionais de saúde, estejam altamente preparados, para lidar com imprevisibilidades e, por isso, esta dissertação, pretende corroborar os objetivos propostos pelos Planos de Emergência Setoriais (PES) e exaltar, que é na preparação e na celeridade, que se encontra a maior “arma de arremesso”, onde cada PES simboliza a “defesa”, como a sua melhor “estratégia de ataque”. O Hospital de Braga, é uma estrutura complexa, que dá resposta aos requisitos legais, através das Medidas de Autoproteção (MAP) que, por lei, todos os profissionais de saúde devem conhecer e compreender. Os PES, pretendem resumir, de forma clara e concisa, as MAP, fornecendo orientações ajustadas à realidade de cada serviço, sobre as ações e atuações de todos os intervenientes, em caso de emergência. Para ratificar a importância dos PES, procedeu-se a uma revisão detalhada, tendo em conta a sua estrutura e, seguidamente, identificaram-se as vantagens da sua implementação, em quatro pilares fundamentais: comunicação, adesão, prevenção e eficiência. Estes, foram especificamente escolhidos porque, quando efetivados congruentemente, garantem uma resposta adequada, a um cenário de emergência, em qualquer organização. Conclui-se, que a estruturação correta dos PES, conjugada com o uso de uma linguagem simples e orientada – comunicação, proporcionam uma leitura atrativa para os profissionais de saúde – adesão, aumentando assim a compreensão de todas as MAP. Posteriormente, enraízam-se, neles, uma maior preparação e confiança, para lidarem com as adversidades e uma maior facilidade na identificação das vulnerabilidades de cada serviço – prevenção, traduzindo-se numa redução significativa do tempo de resposta, em situações de crise – eficiência. Desta forma, potencia-se uma comunicação ainda mais clara e específica, determinando uma maior perceção sobre as MAP, como no entendimento dos procedimentos de prevenção e emergência. Assim, o ciclo completa-se e validam-se todos os objetivos alvitrados pelos PES, tornando-se, o Hospital de Braga, num Agente de Proteção Civil (APC) de referência. Este modelo, pode ser o passo que falta, para um amanhã mais comprometido com a segurança.
Autores principais:Salsa, Diogo Tavares
Assunto:Eficiência Medidas de autoproteção Planos de emergência setoriais Proteção Civil Segurança Civil protection Efficiency Measures of self-protection Sectoral emergency plans Security Ciências Sociais::Outras Ciências Sociais
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A segurança em ambientes hospitalares, deve ser uma preocupação constante, tornando-se imperativo, que os profissionais de saúde, estejam altamente preparados, para lidar com imprevisibilidades e, por isso, esta dissertação, pretende corroborar os objetivos propostos pelos Planos de Emergência Setoriais (PES) e exaltar, que é na preparação e na celeridade, que se encontra a maior “arma de arremesso”, onde cada PES simboliza a “defesa”, como a sua melhor “estratégia de ataque”. O Hospital de Braga, é uma estrutura complexa, que dá resposta aos requisitos legais, através das Medidas de Autoproteção (MAP) que, por lei, todos os profissionais de saúde devem conhecer e compreender. Os PES, pretendem resumir, de forma clara e concisa, as MAP, fornecendo orientações ajustadas à realidade de cada serviço, sobre as ações e atuações de todos os intervenientes, em caso de emergência. Para ratificar a importância dos PES, procedeu-se a uma revisão detalhada, tendo em conta a sua estrutura e, seguidamente, identificaram-se as vantagens da sua implementação, em quatro pilares fundamentais: comunicação, adesão, prevenção e eficiência. Estes, foram especificamente escolhidos porque, quando efetivados congruentemente, garantem uma resposta adequada, a um cenário de emergência, em qualquer organização. Conclui-se, que a estruturação correta dos PES, conjugada com o uso de uma linguagem simples e orientada – comunicação, proporcionam uma leitura atrativa para os profissionais de saúde – adesão, aumentando assim a compreensão de todas as MAP. Posteriormente, enraízam-se, neles, uma maior preparação e confiança, para lidarem com as adversidades e uma maior facilidade na identificação das vulnerabilidades de cada serviço – prevenção, traduzindo-se numa redução significativa do tempo de resposta, em situações de crise – eficiência. Desta forma, potencia-se uma comunicação ainda mais clara e específica, determinando uma maior perceção sobre as MAP, como no entendimento dos procedimentos de prevenção e emergência. Assim, o ciclo completa-se e validam-se todos os objetivos alvitrados pelos PES, tornando-se, o Hospital de Braga, num Agente de Proteção Civil (APC) de referência. Este modelo, pode ser o passo que falta, para um amanhã mais comprometido com a segurança.