Publicação
A construção do lugar e o Cineclube Ó Lhó Lhó: práticas de cuidado, pertencimento e formação crítica em Florianópolis (Brasil)
| Resumo: | Esta tese analisou o Cineclube Ó Lhó Lhó a partir da categoria geográfica de lugar, entendido como um espaço vivido de resistência, acolhimento e transformação social. A investigação abordou práticas, afetos e significados culturais que constituem a experiência cineclubista, além das conexões entre o espaço do cineclube, as dinâmicas culturais e as políticas, e a construção de identidades comunitárias. Desenvolvida sob a atitude do bordado cartográfico, a abordagem qualitativa integrou narrativas (auto)biográficas relacionais, observação participante, entrevistas semiestruturadas, análises quantitativas e revisão sistemática sobre o cineclubismo no Brasil. A pesquisa apresentou a epistemologia cineclubista de Felipe Macedo, que prioriza o público e rompe paradigmas hegemônicos, destacando o papel do cineclube como espaço mediador cultural, político e comunitário. A análise evidenciou as práticas coletivas e afetivas que configuram a experiência cineclubista, fortalecendo os vínculos de pertencimento e promovendo a construção de lugar de maneira relacional e processual. A metáfora do bordado articulou a trajetória investigativa, revelando tensões, ajustes e avanços nas práticas cineclubistas. A pesquisa contribuiu ao propor uma epistemologia que articula dimensões culturais, políticas e afetivas, oferecendo subsídios para estudos futuros centrados nas práticas comunitárias, nas políticas institucionais de extensão e nas dinâmicas cotidianas dos participantes. |
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| Autores principais: | Campos, Gizely Cesconetto de |
| Assunto: | Audiovisual Cineclube Construção de lugar Espaço vivido Film society Place-making Lived space Ciências Sociais::Geografia Económica e Social |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Esta tese analisou o Cineclube Ó Lhó Lhó a partir da categoria geográfica de lugar, entendido como um espaço vivido de resistência, acolhimento e transformação social. A investigação abordou práticas, afetos e significados culturais que constituem a experiência cineclubista, além das conexões entre o espaço do cineclube, as dinâmicas culturais e as políticas, e a construção de identidades comunitárias. Desenvolvida sob a atitude do bordado cartográfico, a abordagem qualitativa integrou narrativas (auto)biográficas relacionais, observação participante, entrevistas semiestruturadas, análises quantitativas e revisão sistemática sobre o cineclubismo no Brasil. A pesquisa apresentou a epistemologia cineclubista de Felipe Macedo, que prioriza o público e rompe paradigmas hegemônicos, destacando o papel do cineclube como espaço mediador cultural, político e comunitário. A análise evidenciou as práticas coletivas e afetivas que configuram a experiência cineclubista, fortalecendo os vínculos de pertencimento e promovendo a construção de lugar de maneira relacional e processual. A metáfora do bordado articulou a trajetória investigativa, revelando tensões, ajustes e avanços nas práticas cineclubistas. A pesquisa contribuiu ao propor uma epistemologia que articula dimensões culturais, políticas e afetivas, oferecendo subsídios para estudos futuros centrados nas práticas comunitárias, nas políticas institucionais de extensão e nas dinâmicas cotidianas dos participantes. |
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