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A luta contra o cibercrime: os casos da União Europeia e da NATO

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A cibersegurança e a ciberdefesa passaram a ser campos mais explorados pelos Estados e pelas Organizações Internacionais com a entrada no novo milénio. A evolução dos aparelhos eletrónicos, a globalização e as características mutáveis e transnacionais do ciberespaço tornaram o dia a dia de todos nos mais fácil, mas ao mesmo tempo mais perigoso. Com isto em mente a exploração e a evolução da cibersegurança e da ciberdefesa tornou-se parte do quotidiano de organizações como a União Europeia e NATO e a regulamentação deste espaço apareceu com naturalidade. A presente dissertação tem por objetivo examinar a evolução do papel da União Europeia e da NATO na luta contra o cibercrime. Esta análise acompanhará os acontecimentos mais relevantes ocorridos no domínio da cibersegurança no seio dos dois atores em análise e será dividida em três ciclos distintos: a entrada no século XXI, o ciberataque à Estónia em 2007 e o pós-ciberataque à Estónia, onde se procurará identificar os marcos históricos, as novas dinâmicas, as convergências e as possíveis influências de novos acontecimentos no seio destas duas organizações. Em termos de enquadramento teórico, a análise do aumento exponencial da securitização do ciberespaço no seio da agenda securitária da União Europeia e da NATO será feita com base do na teoria Neoliberalista Institucional e a Teoria dos Regimes.
Autores principais:Campos, Hélio Samuel Farinha
Assunto:União Europeia NATO Cibercrime Ciberterrorismo Ciberataques Ciberespaço Cibersegurança Ciberdefesa Neoinstitucionalismo liberal Teoria dos regimes European Union Cybercrime Cyberterrorism Cyber-attacks Cyberspace Cybersecurity Cyber-defence Neoliberal institutionalism Regime theory Ciências Sociais::Economia e Gestão
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A cibersegurança e a ciberdefesa passaram a ser campos mais explorados pelos Estados e pelas Organizações Internacionais com a entrada no novo milénio. A evolução dos aparelhos eletrónicos, a globalização e as características mutáveis e transnacionais do ciberespaço tornaram o dia a dia de todos nos mais fácil, mas ao mesmo tempo mais perigoso. Com isto em mente a exploração e a evolução da cibersegurança e da ciberdefesa tornou-se parte do quotidiano de organizações como a União Europeia e NATO e a regulamentação deste espaço apareceu com naturalidade. A presente dissertação tem por objetivo examinar a evolução do papel da União Europeia e da NATO na luta contra o cibercrime. Esta análise acompanhará os acontecimentos mais relevantes ocorridos no domínio da cibersegurança no seio dos dois atores em análise e será dividida em três ciclos distintos: a entrada no século XXI, o ciberataque à Estónia em 2007 e o pós-ciberataque à Estónia, onde se procurará identificar os marcos históricos, as novas dinâmicas, as convergências e as possíveis influências de novos acontecimentos no seio destas duas organizações. Em termos de enquadramento teórico, a análise do aumento exponencial da securitização do ciberespaço no seio da agenda securitária da União Europeia e da NATO será feita com base do na teoria Neoliberalista Institucional e a Teoria dos Regimes.