Publicação
Patologia em revestimentos de fachada
| Resumo: | Nas sociedades contemporâneas, é reconhecida a importância cultural e económica da conservação do património arquitectónico e urbano, bem como, da reabilitação do parque habitacional. No conjunto dos países europeus, Portugal é um dos que mais sistematicamente deixa degradar o edificado, prevalecendo ainda atitudes de construir de novo ao invés de reconstruir/reabilitar o existente, embora, actualmente, a actividade de conservação e reabilitação já tenha registado taxas de crescimento significativas. Pela sua complexidade, a conservação do património, a regeneração urbana e, em particular, a reabilitação das fachadas das construções, implicam uma componente técnica interdisciplinar e altamente especializada que urge promover e apoiar no nosso país. Apoio esse que passa necessariamente pelo estabelecimento de políticas e de normas regulamentares que visem a promoção e o incentivo à reabilitação urbana e do edificado. Impõe-se, portanto, como um dos desafios da actividade da construção, uma mudança de paradigma onde prevaleçam atitudes de conservar e aproveitar os recursos do nosso património construído. E, desde logo, principiar por um dos componentes que maior cuidado deverá merecer, face à circunstância de serem a cara visível das construções e por serem as mais expostas aos mecanismos de degradação, ou seja, as fachadas dos edifícios. Além de que se obtém um maior ganho económico no custo global de um edifício ao longo do tempo se as medidas que visem o prolongamento da sua vida útil, forem tomadas na fase de projecto porque, com o passar do tempo, os problemas patológicos que emergem nas fachadas dos edifícios vão-se agravando. Daí que, como expressa a Lei de Sitter, as correcções são mais duráveis, mais fáceis de executar e mais baratas, quanto mais cedo forem realizadas. |
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| Autores principais: | Chaves, Ana Margarida Vaz Alves |
| Outros Autores: | Camões, Aires |
| Assunto: | Patologia Fachadas |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Nas sociedades contemporâneas, é reconhecida a importância cultural e económica da conservação do património arquitectónico e urbano, bem como, da reabilitação do parque habitacional. No conjunto dos países europeus, Portugal é um dos que mais sistematicamente deixa degradar o edificado, prevalecendo ainda atitudes de construir de novo ao invés de reconstruir/reabilitar o existente, embora, actualmente, a actividade de conservação e reabilitação já tenha registado taxas de crescimento significativas. Pela sua complexidade, a conservação do património, a regeneração urbana e, em particular, a reabilitação das fachadas das construções, implicam uma componente técnica interdisciplinar e altamente especializada que urge promover e apoiar no nosso país. Apoio esse que passa necessariamente pelo estabelecimento de políticas e de normas regulamentares que visem a promoção e o incentivo à reabilitação urbana e do edificado. Impõe-se, portanto, como um dos desafios da actividade da construção, uma mudança de paradigma onde prevaleçam atitudes de conservar e aproveitar os recursos do nosso património construído. E, desde logo, principiar por um dos componentes que maior cuidado deverá merecer, face à circunstância de serem a cara visível das construções e por serem as mais expostas aos mecanismos de degradação, ou seja, as fachadas dos edifícios. Além de que se obtém um maior ganho económico no custo global de um edifício ao longo do tempo se as medidas que visem o prolongamento da sua vida útil, forem tomadas na fase de projecto porque, com o passar do tempo, os problemas patológicos que emergem nas fachadas dos edifícios vão-se agravando. Daí que, como expressa a Lei de Sitter, as correcções são mais duráveis, mais fáceis de executar e mais baratas, quanto mais cedo forem realizadas. |
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