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O Mandarim de Eça de Queirós: uma adaptação ao romance gráfico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório apresenta uma reflexão sobre a minha adaptação do romance ou novela de Eça de Queirós O Mandarim (1880) a romance gráfico em estilo manga. Encontra-se dividido em quatro partes, que refletem temáticas importantes relacionadas com a adaptação e o processo adaptacional. As duas primeiras partes, referentes aos dois primeiros capítulos do romance gráfico, refletem sobre o fantástico, pois este romance não segue as convenções da estética realista a que obedece a escrita romanesca de Eça. O primeiro capítulo analisa algumas teorias do fantástico, como Todorov, Roas, Jackson, e tenta criar uma definição para a problematização do fenómeno fantástico. O segundo capítulo surge interligado com o primeiro e explora o fenómeno fantástico na obra queirosiana, dentro do panorama cultural e católico português. O terceiro capítulo é referente à problematização do fenómeno adaptacional. Exploramos algumas teorias que tentam defini-lo. Alguns dos autores que aqui aparecem estudados com mais ênfase são McFarlane e Hutcheon. O último capítulo é referente ao processo de adaptação da obra de Eça a romance gráfico inspirado na estética do manga. Nesta última parte exploramos algumas das mudanças importante na transformação da obra a banda desenhada.
Autores principais:Mendes, Vera Lucia Peres
Assunto:Humanidades::Outras Humanidades
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este relatório apresenta uma reflexão sobre a minha adaptação do romance ou novela de Eça de Queirós O Mandarim (1880) a romance gráfico em estilo manga. Encontra-se dividido em quatro partes, que refletem temáticas importantes relacionadas com a adaptação e o processo adaptacional. As duas primeiras partes, referentes aos dois primeiros capítulos do romance gráfico, refletem sobre o fantástico, pois este romance não segue as convenções da estética realista a que obedece a escrita romanesca de Eça. O primeiro capítulo analisa algumas teorias do fantástico, como Todorov, Roas, Jackson, e tenta criar uma definição para a problematização do fenómeno fantástico. O segundo capítulo surge interligado com o primeiro e explora o fenómeno fantástico na obra queirosiana, dentro do panorama cultural e católico português. O terceiro capítulo é referente à problematização do fenómeno adaptacional. Exploramos algumas teorias que tentam defini-lo. Alguns dos autores que aqui aparecem estudados com mais ênfase são McFarlane e Hutcheon. O último capítulo é referente ao processo de adaptação da obra de Eça a romance gráfico inspirado na estética do manga. Nesta última parte exploramos algumas das mudanças importante na transformação da obra a banda desenhada.