Publicação
Habitar o espaço doméstico na Aldeia da Luz: o processo participativo como instrumento de projeto
| Resumo: | Esta investigação visa refletir sobre o tema da arquitetura participativa, baseando-se no caso de estudo da construção da Nova Aldeia da Luz. Contempla-se a atribuição de uma função “intermediária” à missão tradicional do arquiteto e da arquitetura, incidindo o debate na inclusão de cada população nos processos de elaboração de projetos a si destinados. O diálogo terá, desta forma, uma presença constante ao longo de todo o trabalho, denotando a importância do fortalecimento e da transparência na relação arquiteto/utilizador. Serão analisadas as noções teóricas obtidas até então, de modo a associá-las entre si. O nível de detalhe do trabalho, firmado pela visita ao local, foi alavancado pela apropriação do arquivo constituído durante o processo da nova aldeia, conferindo um extenso leque de documentos, desde a proposta a concurso, à correspondência efetuada entre entidades participantes e promotoras, ou até aos mais variados estudos desenvolvidos em simultâneo. O curso da investigação passou também pelo estudo de modelos habitacionais inspirados no imaginário da típica aldeia alentejana, que, conjugada com as aspirações da população da Luz, permitiu compreender todo o procedimento inerente à mudança de lar, seguindo um plano latente de comparação entre o antes e o pós intervenção. |
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| Autores principais: | Melo, Carlota Brito Silva Teixeira |
| Assunto: | Aldeia da Luz Realojamento Casa Espaço doméstico Processo participativo Relocation House Domestic space Participative process Humanidades::Artes |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Esta investigação visa refletir sobre o tema da arquitetura participativa, baseando-se no caso de estudo da construção da Nova Aldeia da Luz. Contempla-se a atribuição de uma função “intermediária” à missão tradicional do arquiteto e da arquitetura, incidindo o debate na inclusão de cada população nos processos de elaboração de projetos a si destinados. O diálogo terá, desta forma, uma presença constante ao longo de todo o trabalho, denotando a importância do fortalecimento e da transparência na relação arquiteto/utilizador. Serão analisadas as noções teóricas obtidas até então, de modo a associá-las entre si. O nível de detalhe do trabalho, firmado pela visita ao local, foi alavancado pela apropriação do arquivo constituído durante o processo da nova aldeia, conferindo um extenso leque de documentos, desde a proposta a concurso, à correspondência efetuada entre entidades participantes e promotoras, ou até aos mais variados estudos desenvolvidos em simultâneo. O curso da investigação passou também pelo estudo de modelos habitacionais inspirados no imaginário da típica aldeia alentejana, que, conjugada com as aspirações da população da Luz, permitiu compreender todo o procedimento inerente à mudança de lar, seguindo um plano latente de comparação entre o antes e o pós intervenção. |
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