Publicação
A praça de Braga: Desvelar o lugar
| Resumo: | Contrariando-se os imperativos da velocidade, da funcionalidade, da sustentabilidade financeira, são múltiplas as estratégias, individuais e institucionais, adotadas tendo em vista proteger os lugares públicos que nas cidades ainda se abrem ao ócio, ao estar(ser)-com-os outros, à comunhão dos sentidos, à reinvenção da cultura. A par das afinidades que nos permitem discutir os mercados nas suas diversas associações de sentido, descobre-se, em cada um destes locais, um modo movente e singular de produzir o sentido do lugar, à boleia das práticas rotineiras do plantar, do distribuir, do vender/comprar, em última instância do nutrir, do sentir e do ser comuns. Neste pequeno livro, procuramos evidenciar os muitos sentidos de lugar que se produzem na Praça de Braga. Lugar de memória, liminar, imaginário, de convivialidade. Lugar de emergência da multiculturalidade e de sensualidade comum. Ir à Praça, vender na Praça ou ali trabalhar significa mais do que cumprir um propósito funcional, mais do que entregar-se a uma mecânica que organiza e estrutura a vida de todos os dias. É precisamente o carácter desdobrável dos lugares que ali se realizam que torna imperdível a sua visitação. |
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| Autores principais: | Pinto-Coelho, Zara |
| Outros Autores: | Pires, Helena |
| Assunto: | Passeio Cultura urbana Braga Cidade Quotidiano Compraça Mercado municipal Ciências Sociais::Ciências da Comunicação |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Contrariando-se os imperativos da velocidade, da funcionalidade, da sustentabilidade financeira, são múltiplas as estratégias, individuais e institucionais, adotadas tendo em vista proteger os lugares públicos que nas cidades ainda se abrem ao ócio, ao estar(ser)-com-os outros, à comunhão dos sentidos, à reinvenção da cultura. A par das afinidades que nos permitem discutir os mercados nas suas diversas associações de sentido, descobre-se, em cada um destes locais, um modo movente e singular de produzir o sentido do lugar, à boleia das práticas rotineiras do plantar, do distribuir, do vender/comprar, em última instância do nutrir, do sentir e do ser comuns. Neste pequeno livro, procuramos evidenciar os muitos sentidos de lugar que se produzem na Praça de Braga. Lugar de memória, liminar, imaginário, de convivialidade. Lugar de emergência da multiculturalidade e de sensualidade comum. Ir à Praça, vender na Praça ou ali trabalhar significa mais do que cumprir um propósito funcional, mais do que entregar-se a uma mecânica que organiza e estrutura a vida de todos os dias. É precisamente o carácter desdobrável dos lugares que ali se realizam que torna imperdível a sua visitação. |
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