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Uma abordagem formal à engenharia da usabilidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A qualidade dos sistemas interactivos pode ser medida em termos da sua usabilidade. Abordagens empíricas à avaliação procuram avaliar os sistemas sob condições reais de utilização mas, tipicamente, são dispendiosos. Abordagens analíticas à análise de modelos tem sido propostas como um meio de raciocinar sobre questões de usabilidade desde as fases iniciais do desenvolvimento. Estas abordagens socorrem-se de modelos para focarem a análise em aspectos específicos da usabilidade. Neste contexto, a utilização de notações e ferramentas (matematicamente) formais tem sido proposta. Este artigo apresenta uma abordagem integrada à verificação de sistemas interactivos. A análise tanto pode ser realizada apenas tendo em conta o comportamento do artefacto, como permite a integração de um modelo de tarefas por forma a restringir o comportamento do artefacto a um subconjunto adequado de todos os seus possíveis comportamentos.
Autores principais:Campos, J. Creissac
Assunto:Análise de usabilidade Métodos formais Model checking
Ano:2003
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A qualidade dos sistemas interactivos pode ser medida em termos da sua usabilidade. Abordagens empíricas à avaliação procuram avaliar os sistemas sob condições reais de utilização mas, tipicamente, são dispendiosos. Abordagens analíticas à análise de modelos tem sido propostas como um meio de raciocinar sobre questões de usabilidade desde as fases iniciais do desenvolvimento. Estas abordagens socorrem-se de modelos para focarem a análise em aspectos específicos da usabilidade. Neste contexto, a utilização de notações e ferramentas (matematicamente) formais tem sido proposta. Este artigo apresenta uma abordagem integrada à verificação de sistemas interactivos. A análise tanto pode ser realizada apenas tendo em conta o comportamento do artefacto, como permite a integração de um modelo de tarefas por forma a restringir o comportamento do artefacto a um subconjunto adequado de todos os seus possíveis comportamentos.