Publicação
A psicologia feminista e a violência contra as mulheres na intimidade: a (re)construção dos espaços terapêuticos
| Resumo: | O presente documento constitui uma reflexão crítica sobre os pressupostos gerais das metodologias feministas aplicados ao exercício da Psicologia especificamente em contextos terapêuticos. É feita uma breve alusão ao enquadramento histórico que esteve subjacente à emergência da Psicologia feminista, bem como aos princípios que estiveram na base do desenvolvimento de novas e inovadoras práticas terapêuticas dirigidas, sobretudo a mulheres, numa lógica de intervenção feminista. Ao advogar o princípio da emancipação feminina, totalmente adverso ao regime patriarcal, os/as psicólogos/as feministas assumem a sua opção pela não neutralidade da ciência psicológica e das suas práticas e politizam os espaços terapêuticos onde se movimentam. Esta tomada de posição é particularmente significativa nas situações de violência, uma vez que possibilita que as vítimas vejam validadas as suas experiências pessoais. |
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| Autores principais: | Neves, Sofia |
| Outros Autores: | Nogueira, Conceição |
| Assunto: | Psicologia feminista Metodologias feministas Terapias feministas Violência contra as mulheres Feminist psychology Feminist methodologies Feminist therapies Violence against women |
| Ano: | 2003 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O presente documento constitui uma reflexão crítica sobre os pressupostos gerais das metodologias feministas aplicados ao exercício da Psicologia especificamente em contextos terapêuticos. É feita uma breve alusão ao enquadramento histórico que esteve subjacente à emergência da Psicologia feminista, bem como aos princípios que estiveram na base do desenvolvimento de novas e inovadoras práticas terapêuticas dirigidas, sobretudo a mulheres, numa lógica de intervenção feminista. Ao advogar o princípio da emancipação feminina, totalmente adverso ao regime patriarcal, os/as psicólogos/as feministas assumem a sua opção pela não neutralidade da ciência psicológica e das suas práticas e politizam os espaços terapêuticos onde se movimentam. Esta tomada de posição é particularmente significativa nas situações de violência, uma vez que possibilita que as vítimas vejam validadas as suas experiências pessoais. |
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