Publicação
Capriccio on repeat: a imagem na era da inteligência artificial
| Resumo: | Muito em breve a Inteligência Artificial (IA) tornar-se-á acessível ao ponto de pegar num programa, condicionado por normativa, área, sistemas construtivos, orçamento ou outras especificidades e propor uma variedade infinita de tipologias combinadas com volumetria e alçados, expressando diferentes opções estéticas, decorrentes, por exemplo, da encomenda ser no centro histórico de Guimarães ou na praia de Troia. Como em tantos outros momentos de inovação tecnológica a questão que se coloca será antecipar o «acidente» intrínseco à Inteligência Artificial, do mesmo modo, como nos lembra Paul Virílio, que à invenção do barco estava intrínseco o naufrágio – que não existia antes do barco. Decidimos levar esta questão ao ChatGTP (Chat Generative Pre-trained Transformer), no decorrer de uma agradável conversa com o «robô virtual» da OpenAI. Falou-se de arquitetura e sustentabilidade, alterações climáticas, capitalismo, autoria, e outros assuntos, sempre respondidos de forma diplomática, salvaguardando várias abordagens, no âmbito do politicamente correto. Num segundo momento, decidimos testar a capacidade de a Inteligência Artificial produzir imagens. Acriticamente, recorremos ao manifesto Ecomodernista (2015) por este representar uma visão otimista do desenvolvimento tecnológico como solução para os problemas relacionados com o ambiente e as alterações climáticas (...) |
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| Autores principais: | Alves, Fiipe |
| Outros Autores: | Martinucci, Luca; Bandeira, Pedro |
| Assunto: | Inteligência artificial Imagem arquitectónica Humanidades::Artes |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Muito em breve a Inteligência Artificial (IA) tornar-se-á acessível ao ponto de pegar num programa, condicionado por normativa, área, sistemas construtivos, orçamento ou outras especificidades e propor uma variedade infinita de tipologias combinadas com volumetria e alçados, expressando diferentes opções estéticas, decorrentes, por exemplo, da encomenda ser no centro histórico de Guimarães ou na praia de Troia. Como em tantos outros momentos de inovação tecnológica a questão que se coloca será antecipar o «acidente» intrínseco à Inteligência Artificial, do mesmo modo, como nos lembra Paul Virílio, que à invenção do barco estava intrínseco o naufrágio – que não existia antes do barco. Decidimos levar esta questão ao ChatGTP (Chat Generative Pre-trained Transformer), no decorrer de uma agradável conversa com o «robô virtual» da OpenAI. Falou-se de arquitetura e sustentabilidade, alterações climáticas, capitalismo, autoria, e outros assuntos, sempre respondidos de forma diplomática, salvaguardando várias abordagens, no âmbito do politicamente correto. Num segundo momento, decidimos testar a capacidade de a Inteligência Artificial produzir imagens. Acriticamente, recorremos ao manifesto Ecomodernista (2015) por este representar uma visão otimista do desenvolvimento tecnológico como solução para os problemas relacionados com o ambiente e as alterações climáticas (...) |
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