Publicação
Um estudo sobre emergência de linguagens para a comunicação de agentes em sistemas de vida artificial
| Resumo: | O objectivo deste trabalho é investigar os processos que uma comunidade de agentes artificiais poderá utilizar de forma a criar a sua interpretação da sua realidade e chegar a um consenso quanto à simbologia decorrente dessa interpretação. Esse consenso permitirá a emergência de linguagens que suportem uma forma básica de comunicação, sem interferência de nenhum agente exterior. Desta forma, estes agentes poderão adquirir ganhos de desempenho na resolução das suas tarefas no determinado contexto. A investigação é suportada por uma abordagem de aprendizagem por reforço, com a utilização de Redes Neuronais Artificiais num contexto evolucionário. Para o suporte experimental da investigação realizada foi utilizada uma plataforma de Vida Artificial, baseada no paradigma presa-predador, chamada getAlife, desenvolvida na Universidade do Minho, e que inclui módulos de manipulação de Redes Neuronais. Os resultados obtidos comprovaram as expectativas da tese, ou seja, demonstraram a evolução de uma linguagem rudimentar que resulta da emergência da representação de factos da realidade dos agentes por símbolos comuns. Além disso, verificou-se que as espécies dotadas desta capacidade de comunicação ganham com esse facto vantagens competitivas. |
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| Autores principais: | Silva, Carlos Manuel da |
| Assunto: | Algoritmos Evolucionários Comunicação Artificial Emergência de Linguagens Vida Artificial Redes Neuronais Artificiais Sistemas Multi-agente Evolutionary Algorithms Artificial Communication Speech Emergence Artificial Life Artificial Neural Networks Multi-Agent Systems |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O objectivo deste trabalho é investigar os processos que uma comunidade de agentes artificiais poderá utilizar de forma a criar a sua interpretação da sua realidade e chegar a um consenso quanto à simbologia decorrente dessa interpretação. Esse consenso permitirá a emergência de linguagens que suportem uma forma básica de comunicação, sem interferência de nenhum agente exterior. Desta forma, estes agentes poderão adquirir ganhos de desempenho na resolução das suas tarefas no determinado contexto. A investigação é suportada por uma abordagem de aprendizagem por reforço, com a utilização de Redes Neuronais Artificiais num contexto evolucionário. Para o suporte experimental da investigação realizada foi utilizada uma plataforma de Vida Artificial, baseada no paradigma presa-predador, chamada getAlife, desenvolvida na Universidade do Minho, e que inclui módulos de manipulação de Redes Neuronais. Os resultados obtidos comprovaram as expectativas da tese, ou seja, demonstraram a evolução de uma linguagem rudimentar que resulta da emergência da representação de factos da realidade dos agentes por símbolos comuns. Além disso, verificou-se que as espécies dotadas desta capacidade de comunicação ganham com esse facto vantagens competitivas. |
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