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Avaliação da aderência ao betão de varões de aço galvanizado ou com revestimento epoxídico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em fase de projecto é necessário prever, controlar e assegurar o adequado desempenho de uma série de factores fundamentais e analisar cuidadosamente os efeitos associados à adopção de soluções cujo custo a longo prazo compense o custo inicial mais elevado. Tendo como objectivo projectar de modo a não só assegurar o cumprimento dos estados limites últimos e dos estados limites de utilização, mas também tendo em conta a durabilidade das estruturas, minimizando os efeitos associados à corrosão das armaduras, é imprescindível avaliar alguns aspectos fundamentais, tais como: a espessura do betão de recobrimento das armaduras; a qualidade do betão; a incorporação, ou não, de adjuvantes inibidores de corrosão ou o recurso a armaduras resistentes à corrosão. Neste contexto, existem diversas técnicas que visam tornar o aço não ligado das armaduras convencionais de elementos de betão armado mais resistente à corrosão. Esta protecção pode ser conseguida revestindo as com um material que funcione como uma barreira, impedindo o contacto directo do aço com os cloretos, a humidade e o oxigénio, atenuando assim os efeitos associados à carbonatação do betão, recorrendo, por exemplo, a revestimentos epoxídicos ou a revestimentos de zinco obtidos por galvanização. Contudo, este tipo de solução pode acarretar inconvenientes relativamente a outros aspectos que não os relacionados com a corrosão, como é o caso da aderência entre a armadura revestida e o betão. Nestas circunstâncias, foi desenvolvido um programa experimental com o objectivo de avaliar a aderência ao betão de armaduras com diferentes esquemas de protecção (aço galvanizado e aço revestido com epoxi). Os resultados obtidos nos ensaios de arrancamento realizados permitiram verificar perdas de aderência nos varões de aço galvanizado e nos revestidos com epoxi, quando comparados com os varões de aço sem revestimento.
Autores principais:Camões, Aires
Outros Autores:Cruz, Paulo J. S.; Sá, J. Miguel A.
Assunto:Aderência Protecção superficial Aço galvanizado Revestimento epoxídico
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Em fase de projecto é necessário prever, controlar e assegurar o adequado desempenho de uma série de factores fundamentais e analisar cuidadosamente os efeitos associados à adopção de soluções cujo custo a longo prazo compense o custo inicial mais elevado. Tendo como objectivo projectar de modo a não só assegurar o cumprimento dos estados limites últimos e dos estados limites de utilização, mas também tendo em conta a durabilidade das estruturas, minimizando os efeitos associados à corrosão das armaduras, é imprescindível avaliar alguns aspectos fundamentais, tais como: a espessura do betão de recobrimento das armaduras; a qualidade do betão; a incorporação, ou não, de adjuvantes inibidores de corrosão ou o recurso a armaduras resistentes à corrosão. Neste contexto, existem diversas técnicas que visam tornar o aço não ligado das armaduras convencionais de elementos de betão armado mais resistente à corrosão. Esta protecção pode ser conseguida revestindo as com um material que funcione como uma barreira, impedindo o contacto directo do aço com os cloretos, a humidade e o oxigénio, atenuando assim os efeitos associados à carbonatação do betão, recorrendo, por exemplo, a revestimentos epoxídicos ou a revestimentos de zinco obtidos por galvanização. Contudo, este tipo de solução pode acarretar inconvenientes relativamente a outros aspectos que não os relacionados com a corrosão, como é o caso da aderência entre a armadura revestida e o betão. Nestas circunstâncias, foi desenvolvido um programa experimental com o objectivo de avaliar a aderência ao betão de armaduras com diferentes esquemas de protecção (aço galvanizado e aço revestido com epoxi). Os resultados obtidos nos ensaios de arrancamento realizados permitiram verificar perdas de aderência nos varões de aço galvanizado e nos revestidos com epoxi, quando comparados com os varões de aço sem revestimento.