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Comparação de metodologias de análise espacial para definição de zonas urbanas homogéneas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo desta comunicação é apresentar uma comparação entre duas abordagens para delimitação de Áreas urbanas homogéneas que se baseiam na hipótese de que a densidade populacional, na ausência de outras medidas que descrevam os movimentos dos indiví­duos, permite avaliar, ainda que indirectamente, o ní­vel de actividade e dinâmica do território. A primeira abordagem recorre a técnicas de Análise Exploratória de Dados Espaciais para delimitar regiões a partir de zonas que podem ser consideradas como uniformes, relativamente à  variável analisada. A outra abordagem recorre à  atribuição de um í­ndice, resultante do seu ranking relativamente à  variável em análise num contexto espacial, tanto local como nacional, a cada uma das zonas censitárias. O í­ndice obtido varia entre 0 e 1 e é mais próximo da unidade quando a zona é relevante tanto ao nível local como ao nível nacional e vai reduzindo de valor conforme a zona vai perdendo importância em qualquer dos níveis. Assim, pela análise do índice obtido para cada zona e pela agregação de áreas vizinhas com índice elevado é possível delimitar regiões consideradas uniformes. O caso de estudo aqui descrito, conduzido para Portugal Continental permite comparar a implementação das duas metodologias. Os dados adoptados nas análises espaciais correspondem à distribuição decorrente dos dados populacionais dos Censos de 2001. Para a região em estudo é feita uma primeira análise espacial considerando a freguesia, menor divisão administrativa, como o nível de análise para agregação de territórios com o objectivo de delimitar regiões urbanas homogéneas. No entanto, considerando que a agregação territorial em Portugal com âmbito administrativo passa pela agregação de municípios, foi efectuada uma segunda análise procurando identificar delimitações de áreas metropolitanas que se podem constituir em “Grandes Áreas Metropolitanas” ou em “Comunidades urbanas” (de acordo com a Lei n.º 10/2003, de 13 de Maio).
Autores principais:Ramos, Rui A. R.
Outros Autores:Silva, Antônio Nélson Rodrigues da; Miranda, Vasco Peixoto
Assunto:Estatística espacial Sistemas de Informação Geográfica [SIG] Áreas metropolitanas Zonas urbanas Análise exploratória de dados espaciais
Ano:2004
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O objectivo desta comunicação é apresentar uma comparação entre duas abordagens para delimitação de Áreas urbanas homogéneas que se baseiam na hipótese de que a densidade populacional, na ausência de outras medidas que descrevam os movimentos dos indiví­duos, permite avaliar, ainda que indirectamente, o ní­vel de actividade e dinâmica do território. A primeira abordagem recorre a técnicas de Análise Exploratória de Dados Espaciais para delimitar regiões a partir de zonas que podem ser consideradas como uniformes, relativamente à  variável analisada. A outra abordagem recorre à  atribuição de um í­ndice, resultante do seu ranking relativamente à  variável em análise num contexto espacial, tanto local como nacional, a cada uma das zonas censitárias. O í­ndice obtido varia entre 0 e 1 e é mais próximo da unidade quando a zona é relevante tanto ao nível local como ao nível nacional e vai reduzindo de valor conforme a zona vai perdendo importância em qualquer dos níveis. Assim, pela análise do índice obtido para cada zona e pela agregação de áreas vizinhas com índice elevado é possível delimitar regiões consideradas uniformes. O caso de estudo aqui descrito, conduzido para Portugal Continental permite comparar a implementação das duas metodologias. Os dados adoptados nas análises espaciais correspondem à distribuição decorrente dos dados populacionais dos Censos de 2001. Para a região em estudo é feita uma primeira análise espacial considerando a freguesia, menor divisão administrativa, como o nível de análise para agregação de territórios com o objectivo de delimitar regiões urbanas homogéneas. No entanto, considerando que a agregação territorial em Portugal com âmbito administrativo passa pela agregação de municípios, foi efectuada uma segunda análise procurando identificar delimitações de áreas metropolitanas que se podem constituir em “Grandes Áreas Metropolitanas” ou em “Comunidades urbanas” (de acordo com a Lei n.º 10/2003, de 13 de Maio).