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Da rua para o jornal: envolver a comunidade local nas estratégias de comunicação de ciência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nas últimas duas décadas a ciência produziu resultados relevantes para a saúde, sobrevivência e estilo de vida. Em muitos casos, o ritmo da mudança científica foi além do que o público pode acompanhar, compreender ou aceitar, deixando espaço para a desconfiança e medo dos avanços científicos, e tornando cada vez mais difícil encontrar fontes de informação fidedignas. A comunicação de ciência, enquanto disciplina mediadora de conhecimento surge, assim, como uma atividade cada vez mais necessária. Se, por vezes, é uma tarefa “extra” dos cientistas-investigadores mais tradicionais, nos últimos anos, temos assistido ao aparecimento da comunicação de ciência como ocupação profissional a tempo inteiro. Os objetivos de um comunicador de ciência, e da própria comunicação de ciência, vão desde a partilha de conceitos à total apropriação da ciência pela sociedade, passando pela busca de apoio público para a atividade científica. Os meios para atingir esses objetivos são muito diversos e traduzem-se em formatos variados, como exposições, comunicação através dos media, projetos multimédia, semanas abertas, etc. No entanto, muitas vezes, o impacto das ações realizadas no público-alvo não é aferido, tornando difícil identificar os casos de sucesso. Neste trabalho, quisemos saber que perceção têm as pessoas da ciência e da área que se dedica à sua comunicação. Será esta interação entre ciência e público, promovida pela comunicação de ciência, uma necessidade sentida pelas pessoas? Quais são as áreas da ciência que mais interessam? Será a mensagem realmente transmitida? A adaptação do discurso e as metodologias utilizadas são eficazes? Para conhecer a opinião pública local, saímos à rua e fomos falar com as pessoas.
Autores principais:Maciel, Marina
Outros Autores:Nobre, Alexandra; Almeida Aguiar, Cristina; Forjaz, Maria Antónia; Lobo, Diana; Almeida, M. J.
Assunto:Comunicação de Ciência Media Ciência Públicos Ciências Sociais::Outras Ciências Sociais
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Nas últimas duas décadas a ciência produziu resultados relevantes para a saúde, sobrevivência e estilo de vida. Em muitos casos, o ritmo da mudança científica foi além do que o público pode acompanhar, compreender ou aceitar, deixando espaço para a desconfiança e medo dos avanços científicos, e tornando cada vez mais difícil encontrar fontes de informação fidedignas. A comunicação de ciência, enquanto disciplina mediadora de conhecimento surge, assim, como uma atividade cada vez mais necessária. Se, por vezes, é uma tarefa “extra” dos cientistas-investigadores mais tradicionais, nos últimos anos, temos assistido ao aparecimento da comunicação de ciência como ocupação profissional a tempo inteiro. Os objetivos de um comunicador de ciência, e da própria comunicação de ciência, vão desde a partilha de conceitos à total apropriação da ciência pela sociedade, passando pela busca de apoio público para a atividade científica. Os meios para atingir esses objetivos são muito diversos e traduzem-se em formatos variados, como exposições, comunicação através dos media, projetos multimédia, semanas abertas, etc. No entanto, muitas vezes, o impacto das ações realizadas no público-alvo não é aferido, tornando difícil identificar os casos de sucesso. Neste trabalho, quisemos saber que perceção têm as pessoas da ciência e da área que se dedica à sua comunicação. Será esta interação entre ciência e público, promovida pela comunicação de ciência, uma necessidade sentida pelas pessoas? Quais são as áreas da ciência que mais interessam? Será a mensagem realmente transmitida? A adaptação do discurso e as metodologias utilizadas são eficazes? Para conhecer a opinião pública local, saímos à rua e fomos falar com as pessoas.