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Farmacoterapia do cancro do pulmão

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As doenças oncológicas são consideradas a segunda causa de morte em todo o mundo. Apresentando o cancro do pulmão, uma elevada taxa de mortalidade, que advém, principalmente, dos estilos de vida e de fatores ambientais e ocupacionais a que a população está exposta. Para além disso, a sintomatologia associada ao cancro do pulmão, surge de uma forma inespecífica e impercetível, levando a que sejam feitos diagnósticos tardios, quando já estão presentes metástases. Por essa razão, é importante que sejam realizados rastreios e diagnósticos precoces, para detetar precocemente o cancro do pulmão e, determinar qual o tratamento mais adequado à situação. O cancro do pulmão é dividido em dois tipos histológicos principais, sendo estes o cancro do pulmão de não pequenas células e o cancro do pulmão de pequenas células. Dentro destes dois, ainda são divididos em diferentes subtipos de acordo com o perfil molecular. Os algoritmos de tratamentos têm uma elevada complexidade devido ao facto de o cancro do pulmão apresentar uma grande heterogeneidade molecular. Os tratamentos disponíveis são locais, tal como a cirurgia e a radioterapia ou sistémicos, que podem ser a quimioterapia (p. ex., derivados da platina), imunoterapia (p. ex., anticorpos monoclonais) ou terapia direcionada (p. ex., inibidores da tirosina quinase). Devido à complexidade desta doença oncológica, é de realçar a necessidade urgente de se adquirir novas estratégias contra o cancro do pulmão, de forma a melhorar a sobrevida e a qualidade dos doentes.
Autores principais:Eusébio, Nuno Mendonça
Assunto:Cancro do pulmão Fisiopatologia Farmacoterapia Medidas não farmacológicas
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Algarve
Idioma:português
Origem:Sapientia - Universidade do Algarve
Descrição
Resumo:As doenças oncológicas são consideradas a segunda causa de morte em todo o mundo. Apresentando o cancro do pulmão, uma elevada taxa de mortalidade, que advém, principalmente, dos estilos de vida e de fatores ambientais e ocupacionais a que a população está exposta. Para além disso, a sintomatologia associada ao cancro do pulmão, surge de uma forma inespecífica e impercetível, levando a que sejam feitos diagnósticos tardios, quando já estão presentes metástases. Por essa razão, é importante que sejam realizados rastreios e diagnósticos precoces, para detetar precocemente o cancro do pulmão e, determinar qual o tratamento mais adequado à situação. O cancro do pulmão é dividido em dois tipos histológicos principais, sendo estes o cancro do pulmão de não pequenas células e o cancro do pulmão de pequenas células. Dentro destes dois, ainda são divididos em diferentes subtipos de acordo com o perfil molecular. Os algoritmos de tratamentos têm uma elevada complexidade devido ao facto de o cancro do pulmão apresentar uma grande heterogeneidade molecular. Os tratamentos disponíveis são locais, tal como a cirurgia e a radioterapia ou sistémicos, que podem ser a quimioterapia (p. ex., derivados da platina), imunoterapia (p. ex., anticorpos monoclonais) ou terapia direcionada (p. ex., inibidores da tirosina quinase). Devido à complexidade desta doença oncológica, é de realçar a necessidade urgente de se adquirir novas estratégias contra o cancro do pulmão, de forma a melhorar a sobrevida e a qualidade dos doentes.