Publicação
Prevalência de sintomatologia músculo-esquelética e de lesões desportivas no golfe
| Resumo: | Objetivo: Avaliar a prevalência de sintomatologia músculo-esquelética e de lesões desportivas no golfe e associá-las a outras variáveis tais como: as características individuais, características da atividade e ainda com as características da lesão. Metodologia: Estudo observacional descritivo. Amostra constituída por 132 jogadores de golfe, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre 14 anos e 81 anos, tendo sido recolhida informação sobre a prevalência de sintomatologia e de lesões músculo-esqueléticas, assim como de outras variáveis que poderão estar relacionadas com os sintomas e com as lesões. Resultados: Os jogadores de golfe apresentam maiores queixas de dor/desconforto na região do cotovelo, seguido do ráquis. Em relação à prevalência de lesões, foram reportadas 81 lesões: a área mais afetada foi o membro superior e a estrutura mais lesada foi o músculo/tendão. A maioria dos golfistas que sofreram uma lesão recorreu a um profissional de saúde. Conclusão: Há associação entre o jogador fazer aquecimento e a diminuição da probabilidade de lesão lombar. Existe também associação entre as variáveis índice de massa corporal (IMC) alto e idade avançada com referência de dor nos joelhos nos últimos 12 meses. Existe, também, uma relação entre a situação da lesão e o tempo de tratamento desta. |
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| Autores principais: | Ribeiro, Ana Gabriela de Freitas |
| Assunto: | Golfe Prevalência Sintomas Lesão músculo-esquelética Golf Prevalence Symptoms Musculoskeletal injury |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Fernando Pessoa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional - Universidade Fernando Pessoa |
| Resumo: | Objetivo: Avaliar a prevalência de sintomatologia músculo-esquelética e de lesões desportivas no golfe e associá-las a outras variáveis tais como: as características individuais, características da atividade e ainda com as características da lesão. Metodologia: Estudo observacional descritivo. Amostra constituída por 132 jogadores de golfe, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre 14 anos e 81 anos, tendo sido recolhida informação sobre a prevalência de sintomatologia e de lesões músculo-esqueléticas, assim como de outras variáveis que poderão estar relacionadas com os sintomas e com as lesões. Resultados: Os jogadores de golfe apresentam maiores queixas de dor/desconforto na região do cotovelo, seguido do ráquis. Em relação à prevalência de lesões, foram reportadas 81 lesões: a área mais afetada foi o membro superior e a estrutura mais lesada foi o músculo/tendão. A maioria dos golfistas que sofreram uma lesão recorreu a um profissional de saúde. Conclusão: Há associação entre o jogador fazer aquecimento e a diminuição da probabilidade de lesão lombar. Existe também associação entre as variáveis índice de massa corporal (IMC) alto e idade avançada com referência de dor nos joelhos nos últimos 12 meses. Existe, também, uma relação entre a situação da lesão e o tempo de tratamento desta. |
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