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A influência da autoperceção do envelhecimento na satisfação com a vida em velhos : diferenças de género e de idade

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Summary:O presente estudo tem como objetivo principal verificar se a autoperceção do envelhecimento influencia a satisfação com a vida, nos adultos mais velhos e, se ambas variam em função do género e da idade. A amostra é constituída por 177 indivíduos, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 60 e os 89 anos, inseridos na comunidade. A recolha de dados e a interpretação dos mesmos fez-se a partir da aplicação de dois instrumentos, escolhidos para dar resposta ao problema. Assim, para avaliar a autoperceção do envelhecimento foi utilizado o Questionário de Perceções do Envelhecimento (QPE) (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, & Conroy, 2007), adaptado em Portugal por Claudino (2007), e a satisfação com a vida foi avaliada pela Escala de Ânimo (Lawton, 1976), adaptada em Portugal por Paúl (1992). Para caraterizar a população em estudo foi também utilizado um questionário sociodemográfico. Os resultados mostraram que a autoperceção do envelhecimento nos velhos relaciona-se positivamente com fatores de bem-estar psicológico e subjetivo. A autoperceção do envelhecimento revelou-se também como um fator preditor da satisfação com a vida. Constatou-se ainda, não haver diferenças significativas entre homens e mulheres, tanto no que diz respeito ao género como à idade, ainda que, a idade seja um fator de variabilidade da perceção e avaliação das mudanças do processo de envelhecimento.
Main Authors:Silva, Maria Isabel da Mata Teixeira Veiga da
Subject:Envelhecimento - Portugal Percepção de si Bem-estar psicológico Bem-estar subjectivo Teses de mestrado - 2012
Year:2012
Country:Portugal
Document type:master thesis
Access type:open access
Associated institution:Universidade de Lisboa
Language:Portuguese
Origin:Repositório da Universidade de Lisboa
Description
Summary:O presente estudo tem como objetivo principal verificar se a autoperceção do envelhecimento influencia a satisfação com a vida, nos adultos mais velhos e, se ambas variam em função do género e da idade. A amostra é constituída por 177 indivíduos, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 60 e os 89 anos, inseridos na comunidade. A recolha de dados e a interpretação dos mesmos fez-se a partir da aplicação de dois instrumentos, escolhidos para dar resposta ao problema. Assim, para avaliar a autoperceção do envelhecimento foi utilizado o Questionário de Perceções do Envelhecimento (QPE) (Barker, O’Hanlon, McGee, Hickey, & Conroy, 2007), adaptado em Portugal por Claudino (2007), e a satisfação com a vida foi avaliada pela Escala de Ânimo (Lawton, 1976), adaptada em Portugal por Paúl (1992). Para caraterizar a população em estudo foi também utilizado um questionário sociodemográfico. Os resultados mostraram que a autoperceção do envelhecimento nos velhos relaciona-se positivamente com fatores de bem-estar psicológico e subjetivo. A autoperceção do envelhecimento revelou-se também como um fator preditor da satisfação com a vida. Constatou-se ainda, não haver diferenças significativas entre homens e mulheres, tanto no que diz respeito ao género como à idade, ainda que, a idade seja um fator de variabilidade da perceção e avaliação das mudanças do processo de envelhecimento.