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O desemprego regional em Portugal: caracterização, ensaio interpretativo e políticas.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação visou demonstrar que o fenómeno desemprego em Portugal, entre 1986 e 1992, apresentou características diferenciadas, consoante as regiões/NUT a que se reportava. Visou igualmente averiguar se as políticas de suporte e combate ao desemprego, no período referido contribuem para atenuar as diferenças inter-regionais, ou se pelo contrário as intensificaram. Com estes objectivos apoiámo-nos em dois paradigmas da Ciência Económica - neoclássico e keynesiano - nos seus desenvolvimentos subsequentes e ainda nos corpos teóricos que com eles delimitaram rupturas epistemológicas. Nestes últimos destacámos as abordagens da segmentação, pela ajustabilidade face ao nosso objecto de estudo. No decurso do estudo, verificámos que o desemprego foi pouco expressivo e tendeu a baixa, exceptuando em 1992 (estagnou). O desemprego constitui-se como um fenómeno selectivo por regiões, por grupos etários, por tempo de procura de emprego, por sectores de actividade, por profissão anterior ao desemprego, entre outros aspectos. No que respeita às políticas de suporte e combate ao desemprego constatámos que as políticas passivas eram segmentadas, não contribuindo para contraiar a segmentação do mercado de trabalho, mas antes para a reforçar. Quanto às políticas activas elas contribuíram
Autores principais:Henriques, Claúdia Helena Nunes
Assunto:desemprego taxa de desemprego desempregado políticas activas políticas passivas salário segmentação regiões/NUT mercado de trabalho
Ano:1994
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação visou demonstrar que o fenómeno desemprego em Portugal, entre 1986 e 1992, apresentou características diferenciadas, consoante as regiões/NUT a que se reportava. Visou igualmente averiguar se as políticas de suporte e combate ao desemprego, no período referido contribuem para atenuar as diferenças inter-regionais, ou se pelo contrário as intensificaram. Com estes objectivos apoiámo-nos em dois paradigmas da Ciência Económica - neoclássico e keynesiano - nos seus desenvolvimentos subsequentes e ainda nos corpos teóricos que com eles delimitaram rupturas epistemológicas. Nestes últimos destacámos as abordagens da segmentação, pela ajustabilidade face ao nosso objecto de estudo. No decurso do estudo, verificámos que o desemprego foi pouco expressivo e tendeu a baixa, exceptuando em 1992 (estagnou). O desemprego constitui-se como um fenómeno selectivo por regiões, por grupos etários, por tempo de procura de emprego, por sectores de actividade, por profissão anterior ao desemprego, entre outros aspectos. No que respeita às políticas de suporte e combate ao desemprego constatámos que as políticas passivas eram segmentadas, não contribuindo para contraiar a segmentação do mercado de trabalho, mas antes para a reforçar. Quanto às políticas activas elas contribuíram