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Colestase intrahepática da gravidez : desempenho fetal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A colestase intra-hepática da gravidez é uma doença hepática específica da gravidez que se manifesta habitualmente no terceiro trimestre. Caracteriza-se por prurido, aumento dos níveis séricos de ácidos biliares e alterações nas provas hepáticas, que regridem nos primeiros 10 dias após o parto. A incidência da CIHG varia conforme a localização geográfica, etnia e época do ano. A sua etiologia não é totalmente conhecida, sendo provavelmente multifactorial, havendo interacção entre factores genéticos, hormonais e ambientais. Assume particular relevo clínico por estar associada a um aumento de risco de morte fetal, líquido amniótico meconial e estado fetal não-tranquilizador. Está também associada a parto prematuro espontâneo e iatrogénico, cesariana e hemorragia pós-parto sendo prática comum a interrupção de gravidez às 37 semanas. O objectivo desta revisão é aprofundar o conhecimento sobre esta entidade e a sua relevância clínica no desfecho fetal.
Autores principais:Kuzmyn, Yuliya
Assunto:Colestase intra-hepática Gravidez Desenvolvimento fetal Obstetrícia Ginecologia
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A colestase intra-hepática da gravidez é uma doença hepática específica da gravidez que se manifesta habitualmente no terceiro trimestre. Caracteriza-se por prurido, aumento dos níveis séricos de ácidos biliares e alterações nas provas hepáticas, que regridem nos primeiros 10 dias após o parto. A incidência da CIHG varia conforme a localização geográfica, etnia e época do ano. A sua etiologia não é totalmente conhecida, sendo provavelmente multifactorial, havendo interacção entre factores genéticos, hormonais e ambientais. Assume particular relevo clínico por estar associada a um aumento de risco de morte fetal, líquido amniótico meconial e estado fetal não-tranquilizador. Está também associada a parto prematuro espontâneo e iatrogénico, cesariana e hemorragia pós-parto sendo prática comum a interrupção de gravidez às 37 semanas. O objectivo desta revisão é aprofundar o conhecimento sobre esta entidade e a sua relevância clínica no desfecho fetal.