Publicação
O uso das ferramentas de comunicação digital na promoção de uma política de proximidade nas Forças de Segurança Portuguesas - Estudo comparativo entre PSP e GNR
| Resumo: | A evolução da tecnologia lançou novos desafios à comunicação entre as pessoas, o que obrigou as organizações a responderem de igual forma. Os novos canais e espaços onde a comunicação se desenrola, como é o caso dos social media e de outras plataformas digitais, permitem às organizações, através das relações públicas, encetar novas interacções com os seus públicos. As relações entre ambos passam a ser interactivas e participativas e não unidireccionais, como acontece com as mensagens veiculadas nos media tradicionais. As Forças de Segurança, para atingirem os seus objectivos, necessitam de ter uma presença junto da comunidade para a qual recorrem ao policiamento de proximidade. Este, enquanto base de actuação das Forças de Segurança portuguesas, deve adaptar-se à evolução da forma de comunicar, usufruindo das plataformas digitais, que permitem um contacto permanente e eficaz com os seguidores. Partindo deste princípio, pretende-se compreender como podem as ferramentas de comunicação digital contribuir para a promoção de uma política de proximidade nas Forças de Segurança Portuguesas, nomeadamente da PSP e da GNR. Para isso, contou-se com a análise teórica sobre as relações públicas online integradas na estratégia de comunicação das organizações e as mais-valias dos social media para o policiamento de proximidade. Adicionalmente, realizaram-se entrevistas aos responsáveis pelos departamentos de comunicação de cada uma das instituições e foi ainda analisado o conteúdo das suas páginas de Instagram e Facebook, para identificar diferenças e semelhanças entre ambas na linha editorial de conteúdos, assim como as reacções dos seguidores. Desta análise, foi possível concluir sobre o contributo positivo da utilização destas ferramentas na proximidade com os cidadãos, nomeadamente no aumento do número de contactos proactivos com as Forças de Segurança. Estas ferramentas contribuem ainda para aumentar a exposição a conteúdos de prevenção e sensibilização, bem como para diminuir as limitações no contacto dos cidadãos. |
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| Autores principais: | Cunha, João Miguel Neto |
| Assunto: | Relações Públicas Online comunicação digital Policiamento de Proximidade Forças de Segurança método misto social media Online Public Relations digital communication social media Proximity Policing Security Forces mixed method |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A evolução da tecnologia lançou novos desafios à comunicação entre as pessoas, o que obrigou as organizações a responderem de igual forma. Os novos canais e espaços onde a comunicação se desenrola, como é o caso dos social media e de outras plataformas digitais, permitem às organizações, através das relações públicas, encetar novas interacções com os seus públicos. As relações entre ambos passam a ser interactivas e participativas e não unidireccionais, como acontece com as mensagens veiculadas nos media tradicionais. As Forças de Segurança, para atingirem os seus objectivos, necessitam de ter uma presença junto da comunidade para a qual recorrem ao policiamento de proximidade. Este, enquanto base de actuação das Forças de Segurança portuguesas, deve adaptar-se à evolução da forma de comunicar, usufruindo das plataformas digitais, que permitem um contacto permanente e eficaz com os seguidores. Partindo deste princípio, pretende-se compreender como podem as ferramentas de comunicação digital contribuir para a promoção de uma política de proximidade nas Forças de Segurança Portuguesas, nomeadamente da PSP e da GNR. Para isso, contou-se com a análise teórica sobre as relações públicas online integradas na estratégia de comunicação das organizações e as mais-valias dos social media para o policiamento de proximidade. Adicionalmente, realizaram-se entrevistas aos responsáveis pelos departamentos de comunicação de cada uma das instituições e foi ainda analisado o conteúdo das suas páginas de Instagram e Facebook, para identificar diferenças e semelhanças entre ambas na linha editorial de conteúdos, assim como as reacções dos seguidores. Desta análise, foi possível concluir sobre o contributo positivo da utilização destas ferramentas na proximidade com os cidadãos, nomeadamente no aumento do número de contactos proactivos com as Forças de Segurança. Estas ferramentas contribuem ainda para aumentar a exposição a conteúdos de prevenção e sensibilização, bem como para diminuir as limitações no contacto dos cidadãos. |
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