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Direitos dos Jovens Alunos: Elementos na Reforma Republicana do Ensino e na Escola Atual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A importância dos direitos humanos tem levado à realização de várias investigações (Filloux, 2002; Jacobsen, Schlegel, 2001; Lúcio, Leandro, Silva, & Lucas, 2002; Mendes, 2002; Pavlovic, 2001; Symonides, 2000; Veiga, García, Neto, & Almeida, 2009). De facto, a não observância dos direitos humanos ao longo da História tem constituído um problema nas relações, quer entre os povos quer entre as pessoas, a nível educacional e até psicológico. Este estudo pretende, pois, encontrar respostas para o seguinte problema de investigação: Quais as oscilações dos direitos dos alunos na escola, ao longo do tempo, ao longo da escolaridade e em função da nacionalidade? Mais especificamente, o objetivo geral foi encontrar respostas para as seguintes questões (Q): Q1. Até que ponto as mudanças na educação, propostas na reforma Republicana, contêm elementos que possam ser entendidos como precursores, ou próximos, dos direitos humanos, proclamados na Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) e na Declaração Universal dos Direitos da Criança (1959)? Q2. Até que ponto os alunos de hoje percecionam os seus direitos como existentes na escola? Q3. Será que a perceção que os alunos têm da existência dos seus direitos na escola varia ao longo dos anos de escolaridade? Q4. Será que a perceção que os alunos têm da existência dos seus direitos na escola varia em função da nacionalidade? Quanto aos métodos de pesquisa, recorreu-se a uma metodologia variada, quer qualitativa, com a análise de documentos, quer quantitativa, com a análise de dados, descritiva e de variância.
Autores principais:Veiga, Feliciano Henriques
Assunto:Direitos Jovens Alunos Reforma Republicana Escola atual
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A importância dos direitos humanos tem levado à realização de várias investigações (Filloux, 2002; Jacobsen, Schlegel, 2001; Lúcio, Leandro, Silva, & Lucas, 2002; Mendes, 2002; Pavlovic, 2001; Symonides, 2000; Veiga, García, Neto, & Almeida, 2009). De facto, a não observância dos direitos humanos ao longo da História tem constituído um problema nas relações, quer entre os povos quer entre as pessoas, a nível educacional e até psicológico. Este estudo pretende, pois, encontrar respostas para o seguinte problema de investigação: Quais as oscilações dos direitos dos alunos na escola, ao longo do tempo, ao longo da escolaridade e em função da nacionalidade? Mais especificamente, o objetivo geral foi encontrar respostas para as seguintes questões (Q): Q1. Até que ponto as mudanças na educação, propostas na reforma Republicana, contêm elementos que possam ser entendidos como precursores, ou próximos, dos direitos humanos, proclamados na Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948) e na Declaração Universal dos Direitos da Criança (1959)? Q2. Até que ponto os alunos de hoje percecionam os seus direitos como existentes na escola? Q3. Será que a perceção que os alunos têm da existência dos seus direitos na escola varia ao longo dos anos de escolaridade? Q4. Será que a perceção que os alunos têm da existência dos seus direitos na escola varia em função da nacionalidade? Quanto aos métodos de pesquisa, recorreu-se a uma metodologia variada, quer qualitativa, com a análise de documentos, quer quantitativa, com a análise de dados, descritiva e de variância.