Publicação
Estados emocionais e perceção materna da diferença bebé imaginário vs. bebé real : impacto na vinculação pós-natal
| Resumo: | Introdução: A transição para a maternidade implica muitas alterações a nível psicológico. Os estados emocionais negativos maternos podem afetar a interação mãe-filho. Durante a gravidez, são construídas expectativas sobre o bebé. Após o parto, existe uma discrepância entre o bebé imaginado pela mãe e o bebé real. Objetivos: Compreender se as alterações emocionais da mãe afetam a vinculação materna pós-natal. Além disso, verificar se diferenças na perceção materna entre o bebé imaginário e o bebé real podem afetar a vinculação materna pós-natal. Participantes: Mães (N = 89), com idades compreendidas entre os 20 e 45 anos, tendo bebés com idade máxima de doze meses, residindo em Portugal e com domínio da língua portuguesa. Instrumentos: Questionário Sociodemográfico e Gestacional; Depression, Anxiety and Stress Scales (Lovibond & Lovibond, 1995); Questionário da Diferença Bebé Imaginário vs. Bebé Real (Chagas et al., 2013) e Maternal Postnatal Attachment Scale (Condon & Corkindale, 1998). Hipóteses: A variância da Vinculação Materna Pós-Natal pode ser explicada pelos Estados Emocionais Negativos Maternos e pela Perceção Materna da Diferença entre a Representação do Bebé Imaginário e do Bebé Real. Resultados: Os Estados Emocionais Negativos Maternos têm impacto na Vinculação Materna Pós-Natal. Para além disso, a Vinculação Materna Pós-Natal, pode ser influenciada pela Perceção Materna da Diferença entre o Bebé Imaginário e o Bebé Real. Conclusão: Esta investigação contribui para a importância de se valorizar os estados emocionais negativos maternos e as perceções maternas, bem como o impacto que estes aspetos podem ter no relacionamento da díade mãe-bebé. |
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| Autores principais: | Mancebo, Daniela Nunes |
| Assunto: | Ansiedade Depressão Stress Vinculação materna Dissertações de mestrado - 2022 |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Introdução: A transição para a maternidade implica muitas alterações a nível psicológico. Os estados emocionais negativos maternos podem afetar a interação mãe-filho. Durante a gravidez, são construídas expectativas sobre o bebé. Após o parto, existe uma discrepância entre o bebé imaginado pela mãe e o bebé real. Objetivos: Compreender se as alterações emocionais da mãe afetam a vinculação materna pós-natal. Além disso, verificar se diferenças na perceção materna entre o bebé imaginário e o bebé real podem afetar a vinculação materna pós-natal. Participantes: Mães (N = 89), com idades compreendidas entre os 20 e 45 anos, tendo bebés com idade máxima de doze meses, residindo em Portugal e com domínio da língua portuguesa. Instrumentos: Questionário Sociodemográfico e Gestacional; Depression, Anxiety and Stress Scales (Lovibond & Lovibond, 1995); Questionário da Diferença Bebé Imaginário vs. Bebé Real (Chagas et al., 2013) e Maternal Postnatal Attachment Scale (Condon & Corkindale, 1998). Hipóteses: A variância da Vinculação Materna Pós-Natal pode ser explicada pelos Estados Emocionais Negativos Maternos e pela Perceção Materna da Diferença entre a Representação do Bebé Imaginário e do Bebé Real. Resultados: Os Estados Emocionais Negativos Maternos têm impacto na Vinculação Materna Pós-Natal. Para além disso, a Vinculação Materna Pós-Natal, pode ser influenciada pela Perceção Materna da Diferença entre o Bebé Imaginário e o Bebé Real. Conclusão: Esta investigação contribui para a importância de se valorizar os estados emocionais negativos maternos e as perceções maternas, bem como o impacto que estes aspetos podem ter no relacionamento da díade mãe-bebé. |
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