Publicação
Limite da Habitação:
| Resumo: | O conceito de biofilia será o mote para fazer renascer o Vale de Alcântara, um modo de habitar e de fazer habitação que é, de acordo com o objetivo estruturado, uma proposta disruptiva com o presente, que pretende criar um futuro para o lugar, que tal como ele, se transforma e adapta ao longo do tempo. Projetar com um pensamento biofílico é entender o futuro uso do espaço, dar-lhe a capacidade de se transformar ao longo do tempo, com preocupação com o bem-estar dos seus habitantes, sem descurar o espaço e o meio ambiente. O estudo de uma habitação capaz de se adaptar aos vários modos de vida atuais é suportado por um conhecimento geral da sociedade, as suas necessidades atuais e a extrema necessidade de preservação do meio natural que nos dá espaço para criar habitação. Sugere-se a criação de uma habitação alternativa com foco nas zonas privadas, mas apostando também numa dimensão comunitária, com espaços de partilha e reunião, com um sentido de interligação à cidade que nos rodeia. Assim, este trabalho pretende recolher a metodologia e princípios que visem a eficiência aplicando-as ao conjunto construído ao longo do Vale de Alcântara. Assente numa proposta que procura estabelecer as relações entre passado e futuro, procurando corrigir as problemáticas do presente, o conceito pretende desenvolver um tipo de habitar capaz de se adaptar eficazmente quer ao habitante quer às necessidades do meio que o rodeiam. Este lugar, sujeito principalmente ao longo dos últimos dois séculos a várias transformações, assistirá agora a mais uma alteração que pretende capacitá-lo com os elementos necessários que visam servir de mote e dar continuidade às decisões políticas de melhoria dos espaços públicos a que se assiste na cidade de Lisboa. |
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| Autores principais: | Embaixador, Vasco Manuel Maciel |
| Assunto: | Biofilia Património Natural Pátio Habitar Horta Návia |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O conceito de biofilia será o mote para fazer renascer o Vale de Alcântara, um modo de habitar e de fazer habitação que é, de acordo com o objetivo estruturado, uma proposta disruptiva com o presente, que pretende criar um futuro para o lugar, que tal como ele, se transforma e adapta ao longo do tempo. Projetar com um pensamento biofílico é entender o futuro uso do espaço, dar-lhe a capacidade de se transformar ao longo do tempo, com preocupação com o bem-estar dos seus habitantes, sem descurar o espaço e o meio ambiente. O estudo de uma habitação capaz de se adaptar aos vários modos de vida atuais é suportado por um conhecimento geral da sociedade, as suas necessidades atuais e a extrema necessidade de preservação do meio natural que nos dá espaço para criar habitação. Sugere-se a criação de uma habitação alternativa com foco nas zonas privadas, mas apostando também numa dimensão comunitária, com espaços de partilha e reunião, com um sentido de interligação à cidade que nos rodeia. Assim, este trabalho pretende recolher a metodologia e princípios que visem a eficiência aplicando-as ao conjunto construído ao longo do Vale de Alcântara. Assente numa proposta que procura estabelecer as relações entre passado e futuro, procurando corrigir as problemáticas do presente, o conceito pretende desenvolver um tipo de habitar capaz de se adaptar eficazmente quer ao habitante quer às necessidades do meio que o rodeiam. Este lugar, sujeito principalmente ao longo dos últimos dois séculos a várias transformações, assistirá agora a mais uma alteração que pretende capacitá-lo com os elementos necessários que visam servir de mote e dar continuidade às decisões políticas de melhoria dos espaços públicos a que se assiste na cidade de Lisboa. |
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