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We don’t need no education : all we need is ‘learning to learn’, from cradle to grave

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo procura identificar e criticar algumas das ideias, convicções, assunções, palavras e conceitos que se generalizaram nas últimas décadas no espaço público europeu, a partir de documentos (relatórios, recomendações, pareceres, legislação, estudos comparativos) publicados por agências, organizações e redes europeias responsáveis pela política e investigação no campo das artes, educação e cultura. O objetivo é perceber como nessas publicações, de larga difusão e circulação ‘digital’ a uma escala global, se evidenciam formas de falar e pensar sobre o estado das artes no sistema de educação: quais os objetivos, funções, impactos e efeitos que lhes são atribuídos no contexto da chamada sociedade do conhecimento (ou ‘capitalismo cognitivo’), onde foco na tradicional ‘educação’ está a ser redirecionado para o problema da ‘aprendizagem’
Autores principais:Cabeleira, Helena dos Reis, 1978-
Assunto:Educação artística Ensino artístico Escola pública Política educativa - Europa Sociologia Práticas artísticas Teoria da arte Criticismo
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este artigo procura identificar e criticar algumas das ideias, convicções, assunções, palavras e conceitos que se generalizaram nas últimas décadas no espaço público europeu, a partir de documentos (relatórios, recomendações, pareceres, legislação, estudos comparativos) publicados por agências, organizações e redes europeias responsáveis pela política e investigação no campo das artes, educação e cultura. O objetivo é perceber como nessas publicações, de larga difusão e circulação ‘digital’ a uma escala global, se evidenciam formas de falar e pensar sobre o estado das artes no sistema de educação: quais os objetivos, funções, impactos e efeitos que lhes são atribuídos no contexto da chamada sociedade do conhecimento (ou ‘capitalismo cognitivo’), onde foco na tradicional ‘educação’ está a ser redirecionado para o problema da ‘aprendizagem’