Publicação
Descontinuação de medicamentos
| Resumo: | Na atualidade, uma percentagem significativa da população mundial depara-se com a necessidade de tomar medicação e de adotar medidas para controlar e tratar, tanto as patologias agudas como as crónicas. É de capital interesse conhecer os fatores que influenciam a adesão, percebendo a associação estabelecida entre variáveis internas e externas ao doente, assim como as variáveis relacionais. Desta forma, poder-se-ão delinear estratégias que promovam a adesão ao regime terapêutico, quer a nível educacional, quer comportamental, ou conjugando as duas dimensões. A integridade desta revisão visa promover a quem lê, uma sequência de conteúdos promovendo inicialmente toda a temática da adesão, a importância, a avaliação da não adesão e aprofundar os porquês relacionados a isso. Segmentar para as doenças crónicas, sendo que elas são um dos principais fatores para a não aderência. A tomada de estratégias para aumentar a adesão toma-se como uma medida importante quer para a saúde, como para a economia do país e, atacando em fatores atuais, serão apresentadas temáticas específicas para problemas específicos. A importância da descontinuação de medicamentos no mercado também tem embate no dia-a-dia, sendo que a retirada de medicamentos do mercado provoca uma perda de confiança na terapêutica e aversão à mudança por parte dos doentes, fazendo com que estes não adiram ao tratamento aconselhado. A implementação de todas as estratégias, englobadas numa só, vão criar um “boom” positivo na aderência e assim, aumentar o bem-estar e felicidade no paciente. O objetivo desta monografia será então desmitificar toda a questão da não adesão, contrapondo com a ideia da descontinuação a nível laboratorial dos medicamentos e nos impactos que isso poderá trazer ao doente. |
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| Autores principais: | Maçãs, Sofia Isabel Duarte Martins |
| Assunto: | Adesão à terapêutica Doença crónica Descontinuação laboratorial Aumentar a adesão Mestrado Integrado - 2016 |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Na atualidade, uma percentagem significativa da população mundial depara-se com a necessidade de tomar medicação e de adotar medidas para controlar e tratar, tanto as patologias agudas como as crónicas. É de capital interesse conhecer os fatores que influenciam a adesão, percebendo a associação estabelecida entre variáveis internas e externas ao doente, assim como as variáveis relacionais. Desta forma, poder-se-ão delinear estratégias que promovam a adesão ao regime terapêutico, quer a nível educacional, quer comportamental, ou conjugando as duas dimensões. A integridade desta revisão visa promover a quem lê, uma sequência de conteúdos promovendo inicialmente toda a temática da adesão, a importância, a avaliação da não adesão e aprofundar os porquês relacionados a isso. Segmentar para as doenças crónicas, sendo que elas são um dos principais fatores para a não aderência. A tomada de estratégias para aumentar a adesão toma-se como uma medida importante quer para a saúde, como para a economia do país e, atacando em fatores atuais, serão apresentadas temáticas específicas para problemas específicos. A importância da descontinuação de medicamentos no mercado também tem embate no dia-a-dia, sendo que a retirada de medicamentos do mercado provoca uma perda de confiança na terapêutica e aversão à mudança por parte dos doentes, fazendo com que estes não adiram ao tratamento aconselhado. A implementação de todas as estratégias, englobadas numa só, vão criar um “boom” positivo na aderência e assim, aumentar o bem-estar e felicidade no paciente. O objetivo desta monografia será então desmitificar toda a questão da não adesão, contrapondo com a ideia da descontinuação a nível laboratorial dos medicamentos e nos impactos que isso poderá trazer ao doente. |
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