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Estenose subglótica pediátrica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Estenose Subglótica é uma entidade relativamente pouco frequente, que afeta com maior incidência a população pediátrica, particularmente os recém-nascidos pré-termo. Na maior parte dos casos, é secundária ao trauma da mucosa laríngea resultante da intubação endotraqueal, a que são submetidos. Contudo, raramente esta patologia também pode ser congénita. A apresentação clínica desta patologia é variável consoante o grau de gravidade e compromisso da via aérea, pelo que pode ser assintomática ou manifestar-se sobretudo por estridor bifásico e outros sinais de dificuldade respiratória. O seu diagnóstico é estabelecido principalmente por métodos endoscópicos, podendo ser complementado por exames de imagem. O tipo de abordagem terapêutica da Estenose Subglótica Pediátrica depende, de igual forma, do grau de gravidade da mesma, podendo ser abordada por técnicas endoscópicas, como a Laringoplastia com Balão, ou por técnicas de cirurgia aberta, como a Cirurgia de Expansão e Reconstrução Laringotraqueal ou Cirurgia de Ressecção Cricotiroideia Parcial.
Autores principais:Rodrigues, Maria Inês da Bernarda
Assunto:Estenose subglótica pediátrica Intubação endotraqueal Laringoplastia com balão Reconstrução laringotraqueal Classificação Otorrinolaringologia
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Estenose Subglótica é uma entidade relativamente pouco frequente, que afeta com maior incidência a população pediátrica, particularmente os recém-nascidos pré-termo. Na maior parte dos casos, é secundária ao trauma da mucosa laríngea resultante da intubação endotraqueal, a que são submetidos. Contudo, raramente esta patologia também pode ser congénita. A apresentação clínica desta patologia é variável consoante o grau de gravidade e compromisso da via aérea, pelo que pode ser assintomática ou manifestar-se sobretudo por estridor bifásico e outros sinais de dificuldade respiratória. O seu diagnóstico é estabelecido principalmente por métodos endoscópicos, podendo ser complementado por exames de imagem. O tipo de abordagem terapêutica da Estenose Subglótica Pediátrica depende, de igual forma, do grau de gravidade da mesma, podendo ser abordada por técnicas endoscópicas, como a Laringoplastia com Balão, ou por técnicas de cirurgia aberta, como a Cirurgia de Expansão e Reconstrução Laringotraqueal ou Cirurgia de Ressecção Cricotiroideia Parcial.