Publicação
Quando uma dissecção aórtica complica... : a propósito de um caso clínico
| Resumo: | A dissecção aguda da aorta é a causa mais frequente de emergência da patologia aórtica, apresentando elevada taxa de morbilidade e mortalidade. É importante estabelecer rapidamente o quadro clínico e o diagnóstico para o tratamento mais adequado. É apresentado o caso clínico de um homem de 62 anos, com antecedentes de dislipidemia, hipertensão arterial, tiroidectomia total por bócio coloide e DPOC por hábitos tabágicos, internado no serviço de CCT com o diagnóstico de dissecção aórtica do tipo A. Fez implantação de prótese tubular Vascutek nº28 e manteve inicialmente válvula aórtica nativa com ressuspensão das comissuras valvulares apoiadas em pledgets. Esteve internado 26 dias com necessidade de suporte inotrópico prolongado e cursou com diversas complicações: 1) sépsis; 2) insuficiência renal aguda com necessidade HDFVVC; 3) bradiarritmia sintomática, em contexto de doença do nódulo sinusal com necessidade de implantação de pacemaker DDD-R e 4) mediastinite. Ao 13º dia após alta hospitalar, entrou em insuficiência cardíaca por insuficiência aórtica aguda com necessidade de novo internamento e implantação de prótese aórtica biológica assim como de revascularização miocárdica (cirúrgica e angioplastia). Teve como complicações neste internamento hemorragia digestiva alta, agravamento da insuficiência renal e nova mediastinite. Atualmente, aos 24 meses de follow-up, encontra-se em classe II da NHYA com prótese normofuncionante; CDI e dissecção aórtica crónica tipo B. |
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| Autores principais: | Martins, Vanessa Simaura Batista |
| Assunto: | Aorta Doenças da aorta Cardiologia |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A dissecção aguda da aorta é a causa mais frequente de emergência da patologia aórtica, apresentando elevada taxa de morbilidade e mortalidade. É importante estabelecer rapidamente o quadro clínico e o diagnóstico para o tratamento mais adequado. É apresentado o caso clínico de um homem de 62 anos, com antecedentes de dislipidemia, hipertensão arterial, tiroidectomia total por bócio coloide e DPOC por hábitos tabágicos, internado no serviço de CCT com o diagnóstico de dissecção aórtica do tipo A. Fez implantação de prótese tubular Vascutek nº28 e manteve inicialmente válvula aórtica nativa com ressuspensão das comissuras valvulares apoiadas em pledgets. Esteve internado 26 dias com necessidade de suporte inotrópico prolongado e cursou com diversas complicações: 1) sépsis; 2) insuficiência renal aguda com necessidade HDFVVC; 3) bradiarritmia sintomática, em contexto de doença do nódulo sinusal com necessidade de implantação de pacemaker DDD-R e 4) mediastinite. Ao 13º dia após alta hospitalar, entrou em insuficiência cardíaca por insuficiência aórtica aguda com necessidade de novo internamento e implantação de prótese aórtica biológica assim como de revascularização miocárdica (cirúrgica e angioplastia). Teve como complicações neste internamento hemorragia digestiva alta, agravamento da insuficiência renal e nova mediastinite. Atualmente, aos 24 meses de follow-up, encontra-se em classe II da NHYA com prótese normofuncionante; CDI e dissecção aórtica crónica tipo B. |
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