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As Escolas Europeias de trompa : reflexos na lecionação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A trompa sofreu um dos mais extensos caminhos evolutivos de todos os instrumentos musicais. Desde o período em que foi introduzida na orquestra, à época em que o seu formato foi estabelecido, em finais do século XIX, com a invenção da trompa de afinação dupla, muitos foram os trompistas e compositores que se deslumbraram com o instrumento, contribuindo para o incremento e difusão aos vários países europeus. O século XIX ficou também marcado pela movimento nacionalista musical que foi sentido por toda a Europa, afectando os domínios da composição e da performance. Como seria óbvio, esses estilos nacionais foram surgindo na história do instrumento e resultaram em formas de tocar trompa muito contrastantes, facilmente distintivos. Assim, o propósito desta dissertação passa, sobretudo, pela análise do sincronismo entre os ideias performativos e de lecionação manifestos em cada escola e as particularidades compositivas dos principais representantes de composição de cada escola. As escolas de trompa mais influentes e também as mais dispares são as escolas alemã e francesa. As outras escolas- vienense, russa e inglesa- foram, de certa forma, afectadas por uma ou outra escola. Os estilos europeus são tão distintos que facilmente se reconhece as diferenças entre um trompista francês, alemão ou até inglês. Atualmente, essas diferenças tem diminuído um pouco, mas continuam a existir idealistas que defendem determinado estilo nacional.
Autores principais:Vales, Hélder José Rodrigues
Assunto:Escolas Europeias Trompa Reflexos na lecionação
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:A trompa sofreu um dos mais extensos caminhos evolutivos de todos os instrumentos musicais. Desde o período em que foi introduzida na orquestra, à época em que o seu formato foi estabelecido, em finais do século XIX, com a invenção da trompa de afinação dupla, muitos foram os trompistas e compositores que se deslumbraram com o instrumento, contribuindo para o incremento e difusão aos vários países europeus. O século XIX ficou também marcado pela movimento nacionalista musical que foi sentido por toda a Europa, afectando os domínios da composição e da performance. Como seria óbvio, esses estilos nacionais foram surgindo na história do instrumento e resultaram em formas de tocar trompa muito contrastantes, facilmente distintivos. Assim, o propósito desta dissertação passa, sobretudo, pela análise do sincronismo entre os ideias performativos e de lecionação manifestos em cada escola e as particularidades compositivas dos principais representantes de composição de cada escola. As escolas de trompa mais influentes e também as mais dispares são as escolas alemã e francesa. As outras escolas- vienense, russa e inglesa- foram, de certa forma, afectadas por uma ou outra escola. Os estilos europeus são tão distintos que facilmente se reconhece as diferenças entre um trompista francês, alemão ou até inglês. Atualmente, essas diferenças tem diminuído um pouco, mas continuam a existir idealistas que defendem determinado estilo nacional.