Publicação

Articuladores gestuais: mão não dominante

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo aborda a fonologia da Língua Gestual Portuguesa com enfoque nos articuladores gestuais. Analogamente às línguas orais que têm como articulador primordial o aparelho fonador, as línguas gestuais, sendo de modalidade gesto-visual, têm as duas mãos que são anatomicamente idênticas: a mão dominante e a mão não dominante. É sobre esta última que o estudo incidirá pormenorizadamente a fim de perceber o seu comportamento e os diferentes papéis que adota. A mão não dominante é o articulador passivo mas com potencial e com muitos graus de liberdade que se comporta de forma muito restrita. Visa verificar-se, se de facto a mão não dominante funciona como articulador e lugar de articulação ou se é, ou não, independente na formação e execução de gestos, comprovando-se com esta investigação a teoria embrionária do desempenho da mão não dominante como classificador fonológico, cujo significado atribuído à configuração realizada é imprescindível para a compreensão do item lexical.
Autores principais:Campos, Adriana
Outros Autores:Pedreira, Ana Cláudia; Maia, André
Assunto:Língua gestual portuguesa Mão não dominante Articuladores gestuais Classificadores Fonologia Portuguese sign language Non-dominant hand Sign articulators Classifiers Fonology
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Este artigo aborda a fonologia da Língua Gestual Portuguesa com enfoque nos articuladores gestuais. Analogamente às línguas orais que têm como articulador primordial o aparelho fonador, as línguas gestuais, sendo de modalidade gesto-visual, têm as duas mãos que são anatomicamente idênticas: a mão dominante e a mão não dominante. É sobre esta última que o estudo incidirá pormenorizadamente a fim de perceber o seu comportamento e os diferentes papéis que adota. A mão não dominante é o articulador passivo mas com potencial e com muitos graus de liberdade que se comporta de forma muito restrita. Visa verificar-se, se de facto a mão não dominante funciona como articulador e lugar de articulação ou se é, ou não, independente na formação e execução de gestos, comprovando-se com esta investigação a teoria embrionária do desempenho da mão não dominante como classificador fonológico, cujo significado atribuído à configuração realizada é imprescindível para a compreensão do item lexical.