Publicação
Do insecularizável cristianismo: uma leitura radical
| Resumo: | Este artigo apresenta uma análise do conceito e do fenómeno da secularização, defendendo que o Cristianismo, na sua mensagem e experiência radicais, não é, em nenhum sentido, secularizável. Após uma pesquisa conceptual e a consequente primeira definição de secularização como dessacralização, foca-se a Verweltlichung de Hegel e as suas consequências nos hegelianos como no hegelianismo ulterior, bem como confrontando-as com a visão do Cristianismo Católico. Finalmente, avalia-se o conceito de secularização através de um ponto de vista etimológico, examinando o conceito assim redefinido (como remetendo para o tempo linear e para a ordem temporal) nos Evangelhos. O presente artigo concede uma discussão ponderada sobre a filosofia e sobre o Cristianismo, num momento histórico tão apartado de quaisquer caminhos espirituais. |
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| Autores principais: | Vistas, Pedro |
| Assunto: | Secularização Hegelianismo Cristianismo Temporalidade Metafilosofia Secularization Hegelianism Christianity Temporality Metaphilosophy |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo original |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | Este artigo apresenta uma análise do conceito e do fenómeno da secularização, defendendo que o Cristianismo, na sua mensagem e experiência radicais, não é, em nenhum sentido, secularizável. Após uma pesquisa conceptual e a consequente primeira definição de secularização como dessacralização, foca-se a Verweltlichung de Hegel e as suas consequências nos hegelianos como no hegelianismo ulterior, bem como confrontando-as com a visão do Cristianismo Católico. Finalmente, avalia-se o conceito de secularização através de um ponto de vista etimológico, examinando o conceito assim redefinido (como remetendo para o tempo linear e para a ordem temporal) nos Evangelhos. O presente artigo concede uma discussão ponderada sobre a filosofia e sobre o Cristianismo, num momento histórico tão apartado de quaisquer caminhos espirituais. |
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