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O posicionamento da Fidelidade no mercado de bancassurance : a penetração de «seguros não vida» na base de clientes das instituições bancárias

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Antes da atual crise financeira, as instituições bancárias centravam o seu negócio na concessão de crédito imobiliário, que, por sua vez, tinha associados seguros do ramo vida e não vida (seguro incêndio, multirriscos, entre outros). Neste momento, as instituições bancárias restringiram a conceção de crédito bancário e, por isso, tiveram de alargar o âmbito do seu negócio, desenvolvendo-se o conceito da bancassurance. A bancassurance deu origem a uma parceria entre a CGD (Caixa Geral de Depósitos) e a Fidelidade. Ambas se especializaram no apoio e vendas de seguros na banca. Uma das opções foi apostar nos seguros do ramo não vida, principalmente nos seguros automóvel e de saúde, que anteriormente não eram tão divulgados ao cliente e que passaram a ser assim produtos de destaque. O presente trabalho resulta de um estudo realizado na companhia de seguros Fidelidade e visa estudar a penetração dos seguros não vida na base de clientes das instituições bancárias, nomeadamente identificar fatores que influenciam as vendas dos seguros não vida através do setor bancário português. Foi realizado também um estudo estatístico sumário sobre o seguro automóvel, onde foram analisadas simulações com o objetivo de apurar as razões pelas quais o seguro não foi escolhido ou caso seja realizado, qual o tipo de seguro por que o cliente optou.
Autores principais:Campos, Melina Isabel Alves
Assunto:Bancassurance Instituições bancárias Companhia de seguros Banks Insurance companies
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Antes da atual crise financeira, as instituições bancárias centravam o seu negócio na concessão de crédito imobiliário, que, por sua vez, tinha associados seguros do ramo vida e não vida (seguro incêndio, multirriscos, entre outros). Neste momento, as instituições bancárias restringiram a conceção de crédito bancário e, por isso, tiveram de alargar o âmbito do seu negócio, desenvolvendo-se o conceito da bancassurance. A bancassurance deu origem a uma parceria entre a CGD (Caixa Geral de Depósitos) e a Fidelidade. Ambas se especializaram no apoio e vendas de seguros na banca. Uma das opções foi apostar nos seguros do ramo não vida, principalmente nos seguros automóvel e de saúde, que anteriormente não eram tão divulgados ao cliente e que passaram a ser assim produtos de destaque. O presente trabalho resulta de um estudo realizado na companhia de seguros Fidelidade e visa estudar a penetração dos seguros não vida na base de clientes das instituições bancárias, nomeadamente identificar fatores que influenciam as vendas dos seguros não vida através do setor bancário português. Foi realizado também um estudo estatístico sumário sobre o seguro automóvel, onde foram analisadas simulações com o objetivo de apurar as razões pelas quais o seguro não foi escolhido ou caso seja realizado, qual o tipo de seguro por que o cliente optou.