Publicação
O papel do tutor numa Escola de Música
| Resumo: | O presente relatório tem por base a função que exerci como Tutora, no Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira, Eng.º Luíz Peter Clode, onde sou docente da disciplina de Percussão nos Cursos do Ensino Artístico Especializado de Música, nomeadamente, “Curso de Iniciação em Música”, “Curso Básico de Música” e “Curso Secundário do Ensino Artístico Especializado”, trabalhando com alunos do regime articulado e do regime supletivo. No presente ano, tenho também a função de professora de “Classe Conjunto de Percussão B” e sou responsável por uma das disciplinas extracurricular, de oferta complementar, “Atelier de Ritmos”. No que concerne a este assunto, no Ensino Especializado da Música, o papel de Diretor de Turma era realizado pelo Tutor, que tinha várias competências, acompanhando de forma personalizada os alunos que estavam sobre a sua tutoria. Toda a atividade que desenvolvi ao longo de dez anos como Tutora deixou-me marcas muito positivas, pois permitiu-me confirmar que, mesmo nos contextos mais difíceis e com alunos aparentemente condenados ao insucesso, é possível alterar a situação e fazer a diferença pela positiva. Esta experiência serviu-me para refletir sobre a importância da função de Tutor, como centro nevrálgico das relações e interesses dos professores das diferentes disciplinas, dos alunos e das suas famílias. Por outro lado, aproveitei para refletir um pouco sobre os modelos de liderança e sobre os modelos organizacionais das instituições e, de um modo particular, sobre os das escolas, nomeadamente daquela especifica onde leciono. É de particular importância o momento de reflexão sobre cada momento da nossa vida, criando em nós condições para enfrentar novos caminhos e entender os já percorridos, pois o que fazemos é o reflexo do que aprendemos, desaprendemos e voltámos a aprender. |
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| Autores principais: | Nóbrega, Susana Maria Salvador Rebelo |
| Assunto: | Tutor Supervisão Comunidade escolar Relação escola/família Ensino especializado Supervision School community Family school relationship Specialized education |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | O presente relatório tem por base a função que exerci como Tutora, no Conservatório Escola Profissional das Artes da Madeira, Eng.º Luíz Peter Clode, onde sou docente da disciplina de Percussão nos Cursos do Ensino Artístico Especializado de Música, nomeadamente, “Curso de Iniciação em Música”, “Curso Básico de Música” e “Curso Secundário do Ensino Artístico Especializado”, trabalhando com alunos do regime articulado e do regime supletivo. No presente ano, tenho também a função de professora de “Classe Conjunto de Percussão B” e sou responsável por uma das disciplinas extracurricular, de oferta complementar, “Atelier de Ritmos”. No que concerne a este assunto, no Ensino Especializado da Música, o papel de Diretor de Turma era realizado pelo Tutor, que tinha várias competências, acompanhando de forma personalizada os alunos que estavam sobre a sua tutoria. Toda a atividade que desenvolvi ao longo de dez anos como Tutora deixou-me marcas muito positivas, pois permitiu-me confirmar que, mesmo nos contextos mais difíceis e com alunos aparentemente condenados ao insucesso, é possível alterar a situação e fazer a diferença pela positiva. Esta experiência serviu-me para refletir sobre a importância da função de Tutor, como centro nevrálgico das relações e interesses dos professores das diferentes disciplinas, dos alunos e das suas famílias. Por outro lado, aproveitei para refletir um pouco sobre os modelos de liderança e sobre os modelos organizacionais das instituições e, de um modo particular, sobre os das escolas, nomeadamente daquela especifica onde leciono. É de particular importância o momento de reflexão sobre cada momento da nossa vida, criando em nós condições para enfrentar novos caminhos e entender os já percorridos, pois o que fazemos é o reflexo do que aprendemos, desaprendemos e voltámos a aprender. |
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