Author(s):
Almeida, Arlindo ; Silva-Fernandes, Anabela ; Ribeiro, A.C. ; Cabo, Paula
Date: 2021
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10198/28243
Origin: Biblioteca Digital do IPB
Subject(s): Olea europaea; Mecanização; Vibrador de troncos; Eficiência de colheita
Description
No Nordeste de Portugal predomina o olival tradicional, com 100 a 240 árvores.ha-1 Nestes olivais o sistema de colheita mais utilizado baseia-se num vibrador de troncos e apara-frutos. Com este sistema de colheita não se retira do olival a totalidade da produção. É usual colher 70% a 90% da produção de azeitona [Sola-Guirado et al, 2018]. Colher 80 % a 85% da produção já é um objetivo razoável [Castro-Garcia et al, 2012]. A azeitona que fica na árvore é encarada um problema pelos olivicultores. Para o resolver, recorre-se ao complemento com o tradicional varejamento manual. Desta forma aumenta o custo de colheita com o acréscimo de mão-de-obra e reduz-se a capacidade de trabalho (árvores.hora-1) do sistema de colheita mecânica. Antes de tomar esta decisão, convém verificar a relação custos/benefícios deste procedimento. Em testes de campo realizados em Trás-os-Montes comparou-se o desempenho da colheita com o complemento do varejamento manual e o acréscimo de produção assim colhida, com o desempenho da colheita sem complemento de varejamento manual. São estimados os custos associados. Apresentam-se agora os resultados. Com este trabalho pretende-se contribuir para uma gestão eficiente dos procedimentos de colheita.