Autor(es): Fernandes, Ana Matos ; Martins, Vânia ; Carneiro, Pedro ; Vaz, Paula Marisa Fortunato
Data: 2025
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10198/34332
Origem: Biblioteca Digital do IPB
Autor(es): Fernandes, Ana Matos ; Martins, Vânia ; Carneiro, Pedro ; Vaz, Paula Marisa Fortunato
Data: 2025
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10198/34332
Origem: Biblioteca Digital do IPB
Este capítulo aborda a comunicação aumentativa e alternativa em contextos de saúde. Logo, a impossibilidade de comunicar é deveras inca- pacitante não podendo ser subvalorizada ou desconsiderada. As pessoas que não conseguem comunicar, frequentemente podem vir a depender total ou parcialmente de terceiros, desenvolvem um sentimento de impotência perante o meio, podendo levar a comportamentos de desânimo aprendido, abandono das tare- fas e interiorização da inutilidade das suas ações e diminuição do controlo das situações a que estão expostas (Rosel e Basil, 1998). Perante esta possibilidade, consideramos evidente, ur- gente e pertinente dotar as pessoas com dificuldades na comu- nicação, de meios aumentativos e/ou alternativos de comunica- ção. Entramos, assim, no âmbito da Comunicação Aumentativa e/ou Alternativa (CAA).